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Eleição 2026: por que você não pode levar o celular na cabine votação?

Por  • Editado por Léo Müller | 

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Imagem gerada por IA/ChatGPT
Imagem gerada por IA/ChatGPT

O Tribunal Superior Eleitoral mantém o rigor sobre o uso de eletrônicos durante o pleito de 2026. A regra impede que o eleitor entre na cabine com celulares ou qualquer equipamento de filmagem.

A medida preserva um dos pilares da democracia brasileira: o voto secreto. A legislação busca proteger o cidadão de pressões externas e garante que a escolha ocorra de forma livre.

O combate à coação eleitoral é o motivo central dessa proibição absoluta. Sem o smartphone, o eleitor não tem como provar o voto para chefes, milícias ou grupos políticos locais.

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Para as próximas eleições, a atenção se volta também para os dispositivos vestíveis. O ministro Nunes Marques apresentou uma minuta que amplia o alcance da proibição atual para 2026.

O texto veta aparelhos de radiocomunicação e qualquer instrumento que possibilite o registro da escolha. Isso, na prática, pode incluir os óculos inteligentes com câmeras.

A nova norma considera como proibido todo objeto que permita a transmissão de imagem ou áudio de forma direta ou indireta. O sigilo deve ser mantido mesmo que o dispositivo esteja desligado.

A regra é clara ao citar que o eleitor deve depositar esses pertences em local próprio. Tudo fica sob a vista da Mesa Receptora enquanto o cidadão exerce o seu direito ao voto.

Prevenção contra a desinformação

A medida também pode evitar o uso de vídeos fora de contexto para criar narrativas falsas. No passado, houve registros de eleitores que filmavam a urna após digitarem números errados.

Essas imagens sofriam edições para simular fraudes inexistentes no software da Justiça Eleitoral. A proibição de câmeras na cabine corta o mal pela raiz e protege a credibilidade do sistema.

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