Google promete “pelo menos um ano e meio” de suporte ao Chrome no Windows 7

Por Rafael Arbulu | 10 de Janeiro de 2020 às 14h20
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Com o iminente fim do Windows 7, marcado para 14 de janeiro, muitos internautas que ainda não fizeram a mudança de plataforma para versões posteriores do sistema operacional da Microsoft estão se perguntando sobre os apps ainda instalados. No caso do Google, pelo menos, os usuários podem ficar tranquilos: o navegador Chrome continuará tendo suporte total da empresa por “pelo menos mais 18 meses”, segundo a própria anunciou em seu blog oficial.

Segundo dados divulgados na última quarta-feira pela Net Applications, o volume de usuários do Windows 7 fechou o ano de 2019 com 26,6% da base da Microsoft. Ainda que o atual Windows 10 seja maioria, o percentual de máquinas com o sistema defasado ainda é bem grande. E com a Microsoft eliminando o suporte de segurança dele na próxima semana a não ser que você pague — muito — pelos módulos de proteção empresarial, é seguro dizer que muitos usuários estão sob risco.

O Chrome, navegador do Google, continuará a receber suporte no Windows 7 mesmo após a Microsoft cessar as atualizações de segurança do sistema operacional

No caso do Chrome, porém, o Google assegurou um suporte continuado: "Nós vamos cobrir as empresas, mesmo que elas não tenham feito a mudança para o Windows 10. Vamos continuar com total suporte ao Chrome no Windows 7 por um mínimo de 18 meses, a partir da data de EOL [end of life, ou simplesmente ‘fim da vida’] até pelo menos 15 de julho de 2021”, disse Max Christoff, diretor de engenharia do Chrome, no blog oficial do Google Cloud.

O consenso especializado de tecnologia é o de que você nunca, em hipótese alguma, deve permanecer em um sistema operacional defasado. Entretanto, muitos destes usuários são empresariais e, no caso de companhias mais tradicionais, elas podem nem ter a escolha de um upgrade: mesmo hoje, ainda existem corporações que demoram a adotar mudanças de software por vários motivos, indo desde burocracia interna até a ausência de um parque tecnológico capacitado para levar essa alteração de forma rápida e sem impacto.

Desta forma, o suporte continuado do Google para o Chrome coloca uma opção a mais de proteção enquanto as empresas trabalham nestas mudanças por conta própria. Até o momento, porém, Firefox, Opera e outros navegadores não se manifestaram.

Fonte: Techradar

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