Extensões do Chrome são obrigadas a migrar para a Web Store

Por Redação | 11 de Novembro de 2013 às 17h54

O Google está definitivamente fechando as portas para as extensões do Chrome que não estiverem na web store do navegador. O motivo para isso são as extensões maliciosas que se aproveitam do fato para infectar os computadores dos usuários.

A partir de Janeiro, todas as extensões de Windows compatíveis com o Chrome serão obrigadas a migrar para os servidores internos do Google. “Muitos serviços agrupam extensões úteis em apenas um pacote [...]. Porém, infratores estão abusando desses mecanismos para passar pela segurança e instalar extensões maliciosas que mudam as configurações do navegador e alteram a experiência do usuário de modos indesejados”, escreveu Erik Kay, diretor de engenharia do Google, em um post no blog oficial.

Apesar das mudanças de segurança, os usuários do Chrome não devem notar uma diferença. “Não terá impacto para os nossos usuários, que ainda poderão usar as suas extensões como se nada tivesse mudado”, escreveu Kay.

Ainda no post, Kay destacou que alguns desenvolvedores preferem manter suas extensões fora da Web Store, pois são particulares, como por exemplo, extensões usadas internamente por empresas que não precisam ser tornar públicas. Nesse caso, os desenvolvedores podem manter suas extensões fora da loja virtual do navegador.

Para os desenvolvedores de extensões para usuários finais, o diretor alerta: “Se as suas extensões estão atualmente fora do Chrome Web Store, você deve migrá-las assim que possível”.

Essa mudança mostra que o Google está cada vez mais preocupado com a segurança de seus usuários. “Proteger os nossos usuários é a nossa prioridade, e nós acreditamos que essa mudança irá ajudar aqueles que tiveram seus navegadores comprometidos com extensões não desejadas”.

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