Amazon enfrenta pandemia entre demissões e contratações

Por Stephanie Kohn | 14 de Abril de 2020 às 13h45
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Após anunciar a contratação de 75 mil pessoas para vagas em seus armazéns de distribuições, a Amazon demitiu funcionários por "violação de políticas internas". Coincidência ou não, as funcionárias em questão tinham criticado as condições de trabalho nos armazéns da gigante do varejo online.

A demissão de Emily Cunningham e Maren Costa, que trabalhavam como UX (experiência do usuário) em Seattle, aconteceu semanas depois que a companhia dispensou outro colaborador (Christian Smalls) que expressou preocupação com a segurança e saúde dos demais funcionários durante a pandemia.

Desde o início do isolamento social, a empresa vem enfrentando investigações públicas sobre as condições de trabalho em seus armazéns de distribuição nos Estados Unidos. As investigações ocorreram depois que surgiram casos de Coronavírus dentro de suas instalações.

No mês passado, o prefeito da cidade de Nova York, Bill de Blasio, ordenou que a Comissão de Direitos Humanos da cidade abrisse uma investigação referente às alegações de Christian Smalls. Protestos de trabalhadores da companhia também ocorreram em outros países.

A Amazon informou que "todo funcionário tem o direito de criticar as condições de trabalho de seu empregador, mas isso não vem com imunidade a toda e qualquer política interna".

O maior varejista online do mundo está correndo para atualizar seus protocolos de segurança, manter os armazéns funcionais e enviar mercadorias essenciais aos compradores em quarentena.

Fonte: Reuters

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