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5 alternativas ao Photoshop que rodam no Linux

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5 alternativas ao Photoshop que rodam no Linux
5 alternativas ao Photoshop que rodam no Linux

Muitos usuários de Linux têm orgulho em executar a plataforma em seus computadores. Mas mesmo com muitas distribuições como Ubuntu, Fedora, Debian e Mandriva, o sistema não consegue obter uma participação significativa no mercado. Várias pesquisas mostram que o market share do Linux gira em torno de 2%, o que afasta desenvolvedores e grandes empresas de desenvolvimento de softwares. Uma delas é a Adobe, que ainda não se mostrou interessada em desenvolver uma versão do Photoshop para o sistema.

O Photoshop é considerado o programa de edição de imagens mais popular do mundo, e não poder contar com ele em seu PC com Linux pode ser frustrante. No entanto, alguns desenvolvedores resolveram produzir programas correspondentes que podem solucionar a ausência do editor da Adobe. Se você não está disposto a instalar um Windows ou Mac OS em sua máquina, separamos cinco alternativas de editores de imagens para seu Linux.

1. Photoshop no Wine

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Com um pouco de conhecimento do sistema, você pode fazer com que o Photoshop execute no Linux através de um emulador, o Wine. Ele configura uma área em seu sistema como uma espécie de sandbox para emular o Windows. Para poder baixar um software da plataforma da Microsoft, você tem que instalá-lo através do Wine utilizando um instalador .exe do software desejado.

Mas é preciso que você saiba que nem sempre os programas do Windows são executados por meio do Wine. Felizmente, o programa sofre uma constante evolução para que consiga se adaptar aos upgrades dos principais softwares Windows. Caso você encontre dificuldades para instalar o Wine em seu computador com Ubuntu, o pessoal do Ubuntu-BR-SC, comunidade brasileira reconhecida pela Canonical, pode ajudar neste tutorial bastante simples.

2. GIMP

O GIMP é uma das alternativas mais populares ao Photoshop para usuários do Linux, sendo conhecido como "a versão de código aberto do Photoshop". Criado em 1995, o GNU Image Manipulation Program oferece muitos dos recursos presentes no editor da Adobe. Ele é bastante flexível e contém características que permitem a construção ou edição de imagens em nível profissional. Outro ponto interessante no GIMP é a possibilidade de instalar plugins de terceiros para acrescentar funcionalidades. O programa é poderoso o suficiente para usuários casuais e até profissionais da área visual.

3. Inkscape

Se você utilizava o Photoshop para edição vetorial, o Inkscape é a melhor alternativa. Ele foi elaborado especificamente para edição de imagens vetoriais, e em muitos casos se sai muito melhor do que o famoso software da Adobe.

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Entre as características do Inkscape estão formas básicas de vetores, um avançado agrupamento de objetos e gerenciamento, malhas de gradiente, amplo suporte para arquivos de diversos formatos e possibilidade de instalar plugins para acrescentar funcionalidades. Infelizmente, como é o caso de muitos dos programas open source, a interface do Inkscape deixa a desejar. No entanto, é suficiente para trabalhar de maneira semi-profissional, mas não tão limpo ou refinado como outros programas, como Photoshop ou Illustrator.

4. Pinta

No Windows, uma das melhores alternativas para o Photoshop é o editor de imagens gratuito Paint. Ele é bem mais leve do que o Photoshop e é adorado pelos usuários de máquinas de baixo desempenho. O Pinta é equivalente ao Paint, no entanto é desenvolvido para Linux.

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O Pinta vem com todas as funções básicas e fundamentais que você precisa para realizar edições de fotografias e imagens. Ele inclui camadas ilimitadas, histórico de edição completo e mais de 35 efeitos de ajustes rápidos. Também é possível alternar entre uma interface fixa ou uma janela flutuante. Ele é a solução ideal para usuários Linux que querem realizar retoques de imagem de maneira rápida e sem muitos recursos profissionais.

5. Krita

Em 1998, um homem chamado Matthias Ettrich utilizou o GIMP como base para criar uma interface independente somente para ele. Isso causou divisões entre a comunidade GIMP, levando ao desenvolvimento de um editor de imagem concorrente que acabaria por se chamar Krita.

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O foco principal do Krita é pintura digital. Como tal, ele tenta esconder a maioria dos seus elementos de interface para facilitar sua utilização, principalmente para iniciantes. Se você usa um editor de imagens para realizar histórias em quadrinhos, texturas e outros moldes artísticos, essa é a melhor opção para Linux. O Krita incluiu vários pincéis, um motor estratificação avançado e suporte para edição vetorial.