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Governo da Índia alerta para riscos com Chrome desatualizado

Por| Editado por Douglas Ciriaco | 12 de Fevereiro de 2024 às 15h04

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Douglas Ciriaco/Canaltech
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A agência de cibersegurança do Governo da Índia divulgou um alerta para a população sobre os riscos de navegar na web com uma versão desatualizada do Google Chrome. O comunicado pede que as pessoas atualizem o navegador o quanto antes para evitar que brechas de segurança sejam utilizadas por agentes criminosos para roubar dados ou obter controle sobre o sistema.

O alerta da agência CERT-In fala em “alta gravidade” das vulnerabilidades do Chrome que podem colocar os usuários em situações de perigo. 

Riscos no Chrome

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De acordo com a agência, as falhas de segurança no navegador do Google permitem que agentes remotos executem códigos maliciosos no computador de uma pessoa.

Para conseguir esse acesso, os criminosos encaminham vítimas desavisadas para o acesso a sites específicos construídos para esse ataque. Em geral, essas páginas podem parecer inofensivas, mas conseguem acionar as falhas de segurança do navegador.

Após a visita a um desses sites, o Chrome fica exposto a brechas de segurança que podem ser exploradas pelos hackers. Há um risco de que os ataques sejam utilizados para obter dados pessoais e sensíveis, como senhas de contas e documentos privados.

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Segundo a CERT-In, a recomendação é que todas as pessoas atualizem o Chrome com urgência. A versão mais recente do navegador traz as correções necessárias para essas vulnerabilidades.

Outra recomendação é evitar o acesso a sites suspeitos e o clique em links de fontes desconhecidas. Além disso, as agências de cibersegurança indicam sempre que as pessoas evitem responder e-mails e mensagens de contatos que você não conhece, sob o risco de cair em golpes de phishing.

No começo de fevereiro, o blog oficial do Google Chrome listou 6 erros de segurança que as pessoas cometem ao navegar na web. Além do clique em links suspeitos, a Big Tech elencou a falta de atualização dos aplicativos, o uso de uma mesma senha para tudo, não ter um plano de recuperação de senhas, a falta de configuração de um PIN no celular e de verificações em duas etapas.

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