Pesquisador é demitido por minerar Bitcoin nos supercomputadores da universidade

Por Redação | 06 de Junho de 2014 às 13h07

É comum funcionários de empresas que possuem uma conexão à internet mais veloz a utilizarem para baixar arquivos de uso pessoal como filmes e jogos. Apesar da prática comum, a Fundação Nacional de Ciência (NSF) do Estados Unidos demitiu recentemente um funcionário que estava usando os supercomputadores da organização para minerar Bitcoins.

Segundo o site CIO, o escritório de inspeção geral da fundação teria recebido denúncias de que um pesquisador estaria utilizando os supercomputadores em duas universidades para minerar as criptomoedas. Usando um site espelho na Europa para esconder sua identidade, o pesquisador realizava a operação acessando remotamente os servidores das universidades.

Minerar Bitcoins é o processo pelo qual se obtém as moedas disponibilizando uma ou várias máquinas para que o sistema realize os complexos cálculos matemáticos que envolvem as transações.

A fundação não revelou a identidade do pesquisador, mas de acordo com o site, ele teria gerado cerca de US$ 10 mil em criptomoedas usando os supercomputadores.

A NSF não deu mais detalhes do caso, mas alega que suspendeu o funcionário.

O episódio é semelhante ao que ocorreu em Harvard no começo do ano, onde um funcionário foi pego usando os computadores da universidade para minerar Dogecoins.

Siga o Canaltech no Twitter!

Não perca nenhuma novidade do mundo da tecnologia.