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Agentes do Claude agora conseguem "sonhar"; veja como funciona novo recurso

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Viviane França/Canaltech
Viviane França/Canaltech

Depois de “pensar”, os agentes do Claude agora conseguem “sonhar”: a Anthropic liberou um novo recurso chamado “Dreaming” (“Sonhando”, em tradução livre) no qual a IA analisa ações passadas e decide como melhorar o desempenho entre sessões.

O objetivo é complementar a memória dos agentes — conjunto de informações obtidas em prompts antigos que ajudam a moldar a resposta dos assistentes. Mesmo que o Claude ainda não tenha um subconsciente próprio, o novo recurso pode aperfeiçoar as respostas da IA sem a intervenção do usuário.

Como os “sonhos” do Claude funcionam

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O recurso é um processo agendado que analisa todas as sessões e memórias dos agentes ativos no Claude. A ferramenta consegue identificar padrões e refinar as instruções recentes para melhorar o desempenho das funções autônomas, ideal para quem trabalha com múltiplos agentes ao mesmo tempo. 

De acordo com a Anthropic, a diferença principal é que a memória do Claude aprende enquanto os agentes trabalham. Os sonhos, por sua vez, recapitulam tarefas anteriores e funcionam entre sessões.

A decisão fica sempre por conta do usuário final, que pode analisar todas as mudanças propostas ou aceitar ajustes automáticos na memória.

Quem pode acessar a novidade?

O modo para “sonhar” está disponível apenas no Claude Managed Agents, um conjunto de APIs para criar agentes de IA em alta escala. A ferramenta é oferecida na plataforma do Claude para desenvolvedores.

Você pensa em usar a IA da Anthropic no dia a dia? Confira alguns recursos interessantes para quem pretende migrar para o Claude.