Grupo Pão de Açúcar testa modelo de pagamentos sem filas

Por Rafael Arbulu | 30 de Abril de 2019 às 11h43
Divulgação

O Grupo Pão de Açúcar (GPA) vem testando, nas últimas duas semanas, o modelo de pagamentos sem filas (Pay-n'-Go) — um segmento que vem tomando conta do noticiário mundial graças à expansão do Amazon Go. No Brasil, o GPA está experimentando a tecnologia em sua sede, na Avenida Brigadeiro Luis Antônio, próximo ao centro de São Paulo.

Segundo a assessoria de imprensa, o teste, por ora, é restrito aos funcionários da sede — cerca de 3 mil pessoas, conforme informa a equipe em conversa com o Canaltech. A função está disponibilizada a eles por meio do app do programa de fidelidade da bandeira Pão de Açúcar, o “Pão de Açúcar Mais”.

Funcionalidade conhecida como "Pay-n'-Go" ("Pague e siga", na tradução do inglês) está em fase de testes na sede do Grupo Pão de Açúcar, em São Paulo. Rede varejista promete novidades no início de maio (Imagem: Divulgação/GPA)

Sobre o uso da função em si, não há nenhum segredo: os usuários escaneiam o código de barras dos produtos, efetuando o pagamento pelo próprio smartphone. Na primeira compra, o usuário deverá digitar os dados do cartão de crédito (ou fotografá-lo, o app conta com leitura de documentos digitalizados). Daí em diante a cobrança das compras é feita automaticamente. O app se encarrega de gerar um QR Code a ser validado nas catracas da unidade, durante a saída, e os recibos das transações ficam disponíveis para consulta na seção “Cupom Fiscal” do software.

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“Estamos transferindo o ponto de venda para dentro do celular de cada consumidor. Ao mesclar o digital e o físico, eliminamos filas e tornamos o processo de compra ainda mais personalizado e ágil”, explica Antonio Salvador, Diretor de Transformação Digital e E-commerce do GPA.

O grupo não soube informar a data exata do roll out do novo recurso de compras e pagamento, mas prometeu novidades “após a conferência de resultados”, que tem data prevista para o dia 8 de maio. Entretanto, também fomos informados pelo grupo que, até o final do ano, a previsão é de que até cinco lojas, entre supermercados e conveniências menores, contem com a tecnologia.

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