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Nova interface cérebro-máquina é minúscula e se encaixa entre fios de cabelo

Por  • Editado por Jones Oliveira | 

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Georgia Tech
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A interface de comunicação entre cérebro e máquina pode se tornar algo consideravelmente menos invasivo e eficiente em breve. Pesquisadores da Georgia Tech criaram um BCI (interface cérebro-máquina) minimamente invasivo, sendo tão pequeno que pode ser colocado entre os fios de cabelo.

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Os pesquisadores esperam que seu novo sensor ultracompacto de "alta fidelidade" possa ter uso diário dentro desse contexto de BCI. A pesquisa e desenvolvimento da tecnologia foi encabeçado por Hong Yeo, professor do curso de engenharia mecânica na Georgia Tech.

Inovação para o setor da saúde

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Ele conta que seu maior objetivo na criação dessa revolucionária interface é dar mais suporte ao setor de saúde. Ele explica:

"Iniciei essa pesquisa porque meu principal objetivo é desenvolver uma nova tecnologia de sensores para dar suporte à área de saúde e eu tinha experiência anterior com interfaces cérebro-computador e componentes eletrônicos flexíveis do couro cabeludo".

Além disso, o pesquisador diz que era necessário melhorar a tecnologia para ter mais qualidade de sinal e tornar o processo mais eficiente:

"Eu sabia que precisávamos de uma tecnologia de sensor de BCI melhor e descobri que, se pudermos penetrar levemente na pele e evitar os pelos miniaturizando o sensor, poderemos aumentar drasticamente a qualidade do sinal ao nos aproximarmos da fonte dos sinais e reduzir o ruído indesejado".

A parte negativa dessa criação é sua durabilidade. A nova interface cérebro-máquina tem tempo útil de vida de aproximadamente 12 horas. O dispositivo já está sendo testado para controlar vídeochamada através de realidade aumentada, usando os contatos do celular e iniciando a chamada sem usar as mãos. A eficácia da gravação e classificação os sinais neurais é de 96,4%.

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