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Para evitar cambistas, Sony cria "loteria" inusitada para liberar venda do PS5 Pro

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Imagem do PS5 Pro
Divulgação/Sony Interactive Entertainment

A Sony Interactive Entertainment (SIE) criou um sistema de “loteria” para os consumidores comprarem um PS5 Pro no Japão, devido à falta de memórias DRAM — o que gerou uma escassez súbita no console mais recente da companhia. 

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De acordo com a SIE, pessoas que tiverem 60 horas de tempo de jogo entre 27 de setembro de 2024 e 27 de setembro de 2026 poderão se cadastrar para serem sorteadas. Quem ter seu nome selecionado, terá a chance de adquirir o hardware pelo seu preço sugerido.

Os jogadores têm até o dia 7 de outubro de 2026 para submeter o seu registro, mas serão notificados sobre a oportunidade a partir do dia 26 de outubro — caso a compra não seja efetuada até 2 de novembro, a unidade será sorteada para outra pessoa em uma data posterior. 

Visto que o lançamento de GTA 6 vai acelerar a busca pelo PS5 Pro, fator somado à crise de componentes, a Sony encontrou uma solução que não deixará o público desamparado. Não foi revelado se a ação também ocorrerá em outros países além do Japão. 

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Acabou o PS5 Pro?

Com a ausência das memórias DRAM, a SIE terá de reduzir o número de unidades produzidas de seu hardware mais poderoso. Como a fabricante sabe que o mercado costuma elevar os valores em situações similares a essa, ela busca contornar a falta de componentes com uma loteria própria.

Sua intenção é permitir que os jogadores que realmente aproveitam seus dispositivos tenham a oportunidade de comprar os consoles — em vez de jogá-los nas mãos dos scalpers, pessoas que compram em grandes quantidades para gerar uma escassez artificial e vender a preços altos. 

A corrida para ter o melhor console para jogar GTA 6 começará em breve e desencadeou a ação da Sony para o mercado japonês. Contudo, o restante do planeta não tem qualquer sinal de que escapará das práticas abusivas. 

O fornecimento de DRAM

A companhia trabalha com três fornecedoras: Samsung, SK Hynix e Micron, mas a demanda pelas memórias se tornou cada vez maior e uma grande parcela delas já foi vendida para os data centers de inteligência artificial.