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Hack faz Doom rodar a 35 FPS e com som dentro do MS Paint

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Imagem de Doom
Divulgação/Bethesda

Os ports de Doom foram longe demais: chegou a vez do diretor de tecnologia da Microsoft Azure, Mark Russinovich, fazer o emblemático título funcionar no MS Paint.

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Não, você não leu errado: é o clássico jogável no Paint, aquele software no qual é possível desenhar desde os anos 1980. Além disso, ele atingiu a proeza de fazê-lo rodar em 35 FPS

DoomPaint foi disponibilizado no GitHub, sob licença do MIT, em dimensões de 320x200 pixels (com a alta taxa de quadros) ou em 640x400 pixels. Para completar, os sons e trilha sonora estão inclusos no projeto.

“O motor do Doom (ViZDoom) executa o arquivo DOOM1.WAD original da versão shareware — com os arquivos WAD do Freedoom, licenciados sob a licença BSD, que cobrem os episódios que não constam na versão — e realiza a renderização em modo ‘headless’ (sem interface gráfica). Cada quadro é colocado na área de transferência do Windows e colado na tela do Paint como uma edição de documento genuína”, explica Russinovich.
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Apesar do feito impressionante, ele determina o limite da brincadeira: “O Paint renderiza o jogo, mas não o processa. O Paint não executa nada, ele nunca computou qualquer coisa. Esta é a piada”, afirma o programador da Microsoft. 

Microsoft de olho em Doom

É muito incomum um executivo do nível de Mark Russinovich ter “tempo livre” para programar brincadeiras deste tipo. No entanto, ele realizou essa façanha, depois de comprovarem que Doom roda em documentos do Word, PDFs e nos blocos de notas também.

Ele trabalha na companhia norte-americana desde 2006, com projetos grandes como a estruturação do SysInternals, assim como toda a arquitetura do Azure. Até em um momento de lazer, ele continua a inovar e surpreende, vale notar. 

É bem possível que o feito se equipare aos 8 lugares mais inusitados que já rodaram Doom, o que se tornou uma brincadeira saudável e cheia de criatividade de toda a comunidade.

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