Stephen Hawking manda avisar: Brasil será campeão da Copa do Mundo

Por Redação | 02 de Junho de 2014 às 08h25
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Faltando apenas dez dias para a Copa do Mundo, muita gente começa a fazer suas apostas sobre quais equipes chegarão à final do campeonato. Espanha, Alemanha e Argentina estão entre as favoritas, mas no que depender de especialistas e previsões – as mais malucas possíveis –, não tem outra: a seleção brasileira será a campeã do evento esportivo em 2014.

E o Brasil ganhou um forte aliado nessa aposta, ninguém menos que o físico britânco Stephen Hawking, famoso por suas teorias sobre buracos negros. "Colocaria meu dinheiro no Brasil, pois os anfitriões ganharam 30% das Copas do Mundo. Estar perto de casa tem um impacto positivo significativo graças a fatores ambientais e psicológicos", explica o cientista. "O time do Brasil não parece ser tão bom como nos velhos tempos, mas tenho certeza que eles têm qualidade o suficiente para levantar a taça uma sexta vez".

Hawking fez essa afirmação no blog do site de apostas Paddy Power. A convite da página, o físico analisou diversos pontos importantes do futebol, entre eles a cobrança de pênalti e uma possível vitória da Inglaterra. Na verdade, o pesquisador disse o que é preciso para que seu país fature a Copa do Mundo neste ano, já que a seleção inglesa venceu apenas uma edição do mundial, em 1966. No entanto, as notícias não são nada animadoras para os torcedores do time da rainha.

De acordo com Hawking, a Inglaterra não tem chances de levar a taça da Copa para casa este ano. E há uma explicação para isso: o tempo. Como informa a BBC, o astrofísico concluiu que a situação mais favorável para o time inglês é quando a partida ocorre em clima temperado. Um aumento de 5ºC reduz em mais da metade (59%) as chances da seleção inglesa ganhar um jogo. Além disso, a probabilidade de vitória aumenta 22% quando a viagem até o país-sede é mais curta e 33% se o jogo começa depois das 15h. As chances dobram se a partida ocorre a menos de 500 metros acima do nível do mar.

"Analisando apenas os fatores ambientais, o jogo em Belo Horizonte contra a Costa Rica é o melhor de uma série de partidas ruins, com a disputa com a Itália em Manaus sendo a mais difícil delas", afirma. Ele completa dizendo que outra condição favorável para a Inglaterra é quando o juiz da partida é europeu. Segundo Hawking, os ingleses venceram 63% dos jogos nos quais os árbitros eram da Europa, em comparação com 38% de vitórias com juízes de outros continentes.

"Juízes europeus são mais simpáticos ao jogo inglês e menos simpáticos a bailarinas como Suárez [referência a Luis Suárez, atacante uruguaio do time inglês Liverpool]", diz Hawking. Todos esses resultados foram alcançados depois do físico analisar dados de todas as participações da Inglaterra na Copa, desde a vitória de 1966.

Stephen Hawking

O pênalti perfeito

Fora acabar com as esperanças dos ingleses no mundial, Stephen Hawking publicou a fórmula perfeita para cobrança de pênaltis. Segundo o cientista, um dos pontos mais importantes para marcar um gol é ganhar velocidade e "correr mais de três passos" para uma jogada perfeita. De acordo com os cálculos de Hawking, o jogador tem 87% de chance de marcar um gol quando corre mais do que três passos. Na mesma situação, as chances caem para 58% se a corrida for igual ou menor do que isso.

Outra dica é sempre chutar para as laterais do gol – 84% dos pênaltis nessas áreas são concluídos com sucesso. E não há diferenças entre ser canhoto ou destro, pois esse detalhe não influencia na hora da cobrança. "As estatísticas confirmam o óbvio. Chute no canto superior esquerdo ou direito", diz. Já para os goleiros, a recomendação do físico é ficar pulando de um lado para o outro com o objetivo de distrair o jogador que baterá o pênalti. Quando essa ação é feita, o goleiro tem 18% mais chances de agarrar a bola.

No vídeo abaixo (em inglês), Hawking fala sobre suas previsões para a Inglaterra na Copa e brinca dizendo: "Reconheceram que, como físico teórico, estou um pouco mais qualificado para fazer previsões do que o Polvo Paul. Futebol é algo extremamente complicado. Em relação ao esporte, eu acho que a física quântica é relativamente simples", finaliza.

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