Godzilla Minus Zero ganha trailer explosivo com revelação de novo monstro
Por Diego Corumba |
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O estúdio Toho revelou nesta terça-feira (8) o trailer inédito de Godzilla Minus Zero, sequência direta da obra Godzilla Minus One (2023). Dois anos depois do evento original, o rei dos monstros retorna ao Japão e agora enfrentará resistência.
Na prévia, os japoneses pretendem confrontar a ameaça de frente e uma segunda criatura surgirá para combatê-la na próxima produção. Pelo som apresentado na exibição, o oponente do lagarto pode ser King Ghidorah — o dragão de três cabeças.
Também foi revelado o retorno dos atores Ryunosuke Kamiki e Minami Hamabe, como os personagens Shikishima e Noriko, protagonistas do longa anterior. Não foi divulgado se eles voltarão a ser o centro da narrativa ou se é apenas uma participação extra.
Com estreia marcada para o dia 5 de novembro de 2026 nos cinemas brasileiros, Godzilla Minus Zero também carrega o marco de ser o primeiro filme japonês gravado em formato IMAX (com proporções 1:43:1).
O vídeo curto mostra que o lagarto não destruirá tudo sem consequências desta vez, já que vai encarar grandes desafios. A própria legenda diz que “não haverá uma terceira vez”, o que indica que o Japão vai para o embate final contra a criatura. Confira:
O retorno de Ghidorah vs Godzilla
Caso a aparição do dragão traga lembranças, não é estranho: sua presença tripla já marcou as telonas recentemente em Godzilla II: Rei dos Monstros (2019). Contudo, é importante ressaltar que existem diferenças entre as versões de Hollywood e a japonesa.
O icônico kaiju foi criado em terras nipônicas, em 1954, e atendia pelo nome de Gojira. Após diversas produções e versões diferentes do réptil, o cinema norte-americano trouxe o apelo ao mercado ocidental e o introduziu a uma nova base de fãs no ano de 1998 — em uma obra estrelada por Matthew Broderick (Curtindo a Vida Adoidado).
Ainda assim, os japoneses continuaram a contar histórias sobre Godzilla. Não à toa, em paralelo ao Universo Compartilhado dos Monstros (Monsterverse), o país gravou obras como Shin Godzilla (2016) e o próprio Godzilla Minus One. Ambos carregam estilos artísticos e narrativos completamente diferentes, o que ajudou a destacá-los em comparação à versão hollywoodiana.
Por meio do novo formato, afinal, faz diferença assistir um filme no IMAX? O que caso de A Odisseia revela?