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6 bastidores dos filmes do Homem-Aranha que você não sabia

Por  • Editado por Jones Oliveira | 

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Divulgação/Marvel Studios
Divulgação/Marvel Studios

Diversos longas, sejam live-action ou animação, baseados no Homem-Aranha nos cercam. A história dele já foi contada de muitas formas nos cinemas, mas na verdade uma parte do encanto da franquia está “fora das telonas”.

Entre as interpretações de Tobey Maguire, Andrew Garfield e Tom Holland, sem desconsiderar a dublagem de Shameik Moore e Jake Johnson no Aranhaverso, os heróis deste universo foram muito bem representados, mas também trouxeram múltiplas curiosidades ao longo das últimas décadas.

Para compreender o que eles apresentaram de melhor nos bastidores, o do Canaltech reuniu 6 histórias dos filmes do Homem-Aranha que você não sabia.

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1. A teia orgânica de Tobey veio de uma versão que nunca saiu do papel

Quando o projeto do primeiro Homem-Aranha (2002) começou a ganhar vida, o longa não estava nas mãos de Sam Raimi. O cineasta James Cameron (Titanic, Avatar) estava envolvido e a decisão de fazer Peter Parker ter teias orgânicas foi dele. Quem diria que ele deixaria essa herança para a franquia, não é?

O roteirista David Koepp concedeu várias entrevistas e atribuiu o conceito ao diretor, que em determinado momento saiu da produção e abriu caminho para a chegada de Raimi. Na época, a ideia foi bastante controversa, porém ajudou muitos a diferenciarem a versão vista nos cinemas da existente das HQs e as posteriores. 

2. O pesadelo do beijo mais romântico do Homem-Aranha

Quem não se lembra do beijo entre o Homem-Aranha com Mary-Jane Watson, com o super-herói de cabeça para baixo? No entanto, quem achou a cena cheia de química e romântica não sabe o inferno que Tobey Maguire e Kirsten Dunst tiveram de passar para dar vida àquele momento.

Uma verdadeira sequência de resistência física, o ator afirmou que a gravação foi sufocante por diversos fatores: a chuva forte, sua posição invertida e pela máscara, que cobria parte do seu rosto. Já Dunst afirmou que passava muito frio, estava molhada e fazer o momento funcionar foi muito difícil para os dois. 

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3. Os tentáculos do Doutor Octopus não eram só CGI

Já em Homem-Aranha 2 (2004), você sabia que o Doutor Octopus teve o apoio de muitas ferramentas para trazer seus tentáculos à vida? A computação gráfica auxiliou, lógico, mas as cenas também contavam com efeitos práticos, manipulação física e a atuação de Alfred Molina para tornar tudo aquilo crível.

Este combo certeiro posicionou suas cenas de ação como algumas das mais intensas de toda a franquia, assim como explica como o longa envelheceu tão bem visualmente — o resultado envelheceu tão bem que o visual se mantém impressionante até hoje. Não foi à toa que a equipe ganhou o Oscar de Melhores Efeitos Visuais em 2005. 

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4. O Aranha de Andrew Garfield tentou fazer o balanço parecer real

Mesmo com uma trilogia completa e bem-sucedida nos cinemas, a Sony não estava tão satisfeita com alguns aspectos do Amigão da Vizinhança nos cinemas. Em O Espetacular Homem-Aranha (2012), eles queriam resolver uma destas questões com o movimento do herói e torná-lo mais “físico” e “acrobático”.

O coordenador de dublês do longa, Andy Armstrong, contou que eles queriam reinventar a forma como ele atravessava a cidade e mostrar algo mais realista para o personagem. Na prática, queriam algo menos digital e que continuasse a soar dinâmico — como os ginastas. Eles estudaram os atletas para compreender melhor como funcionava a aceleração, peso e desaceleração. 

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5. O Aranhaverso foi pensado para parecer uma HQ viva

Quem viu Homem-Aranha no Aranhaverso (2018) lembra de como o visual era lindíssimo, mas ele não servia apenas para enfeitar as telonas. Foi uma decisão narrativa dos diretores Phil Lord e Chris Miller, que tinham a intenção de fazer com que o público sentisse que estava literalmente vendo uma HQ animada. 

Para isso, misturaram inúmeros estilos de animação e recursos visuais dos quadrinhos — o que até os ajudou a representar diferentes versões do herói. No fim, além de obterem sucesso em sua missão, eles transmitiram a mensagem principal com muita clareza: qualquer pessoa pode usar a máscara.

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6. Spider-Punk exigiu até ferramentas novas de animação

Um dos grandes destaques de Homem-Aranha: Através do Aranhaverso (2023) foi o Aranha-Punk, mas a sua presença exigiu que a Sony Animation elevasse o próprio nível. O estúdio teve de animar as diferentes partes do corpo de Hobie Brown em taxas de quadro que se alternavam. 

Para atingir esse resultado, tiveram de usar ferramentas específicas da Imageworks, além de uma forte influência da performance de Daniel Kaluuya no papel. Deste modo, conseguiram traduzir de uma forma ainda mais ampla o conceito de multiverso e aproximaram isso da linguagem visual da franquia. 

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Homem-Aranha cheio de história dos bastidores

Por ter várias produções distintas, a franquia Homem-Aranha traz muitas histórias peculiares. Você sabia também que todos os casais principais tiveram um relacionamento romântico em algum momento? Tobey Maguire e Kirsten Dunst saíram por certo tempo, Andrew Garfield e Emma Stone chegaram a namorar sério e, por fim, Tom Holland e Zendaya permanecem juntos por anos. 

Imagine o que mais pode existir por baixo da teia de eventos que levou o super-herói aos cinemas? Além disso, é importante notar que os filmes continuam a funcionar bem porque cada geração encontrou a sua própria maneira de resolver o problema que é traduzir este grande personagem para o mundo atual. Entre as formas que encontraram, estão:

  1. A teia orgânica de Tobey veio de uma versão que nunca saiu do papel
  2. O pesadelo do beijo mais romântico do Homem-Aranha
  3. Os tentáculos do Doutor Octopus não eram só CGI
  4. O Aranha de Andrew Garfield tentou fazer o balanço parecer real
  5. O Aranhaverso foi pensado para parecer uma HQ viva
  6. Spider-Punk exigiu até ferramentas novas de animação