Adorou Silo? Nova superprodução da Netflix tem tudo para ser sua próxima obsessão
Por Jaqueline Sousa • Editado por Jones Oliveira |
:quality(85)/64cea576-f442-4784-a2d5-ca40180605dd.png)
Se você assistiu à série Silo e já está temendo pelo fim do programa da Apple TV, a Netflix está vindo ao seu resgate com uma adaptação que promete dar o que falar no streaming. Estamos falando de O Futuro é Nosso, uma nova minissérie da empresa do Tudum que chegará ao catálogo do serviço com uma superprodução.
Inspirada no livro O Mundo que Jones Criou, do mestre do sci-fi Philip K. Dick, a minissérie foi anunciada em 2025, pouco tempo depois da Netflix adquirir os direitos da obra original. Ao todo, serão oito episódios que irão entregar ao público uma “produção sem precedentes e de altíssima ambição na América Latina”, marcando a primeira adaptação do autor em língua espanhola.
Na equipe, estão nomes como Mateo Gil (Os Implacáveis), que será o showrunner, e os brasileiros Vicente Amorim (Senna) e Daniel Rezende (O Filho de Mil Homens), que serão os diretores ao lado de Jesús Braceras (Barrabrava). Já o elenco conta com astros latinos, como Enzo Vogrincic (A Sociedade da Neve), Emiliano Zurita (Zorro) e Delfina Chaves (Máxima).
O que esperar de O Futuro é Nosso
Usando o livro de Philip K. Dick como base, O Futuro é Nosso se passa no ano de 2047, quando um colapso ecológico faz com que o FedSur, uma coalizão de países sul-americanos, aplique medidas extremas para proteger a natureza e combater a fome a violência no continente.
É no meio deste cenário que um jovem pregador chamado Jonás Flores surge, chamando a atenção do povo por dizer ser capaz de prever o futuro, alegando que a FedSur iria cair e a população reverteria o desastre ambiental sozinha. O cenário fica ainda mais intenso quando ele é preso pelo policial Hugo Crussí, transformando-se da noite para o dia em um líder espiritual revolucionário em meio à luta contra as mudanças climáticas.
Apostando nessa ambientação distópica e pós-apocalíptica, O Futuro É Nosso pode bater de frente com séries como Silo e Fallout, embora apresente uma premissa mais focada no lado ambiental. Além disso, o programa deve repercutir bastante no mercado sul-americano, trazendo uma maior identificação também para os países latinos.
Por enquanto, a Netflix ainda não divulgou a data de estreia da minissérie, tampouco revelou imagens oficiais da produção. Sabe-se, no entanto, que Isa Dick Hackett, filha de Philip K. Dick, está envolvida na equipe criativa como produtora executiva.
Aproveite para conhecer também 6 séries de ficção científica da Netflix perfeitas do começo ao fim enquanto espera pela estreia de O Futuro é Nosso.