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Xiaomi continua invadindo sua casa e agora vende luminária de teto

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Mijia Ceiling Light C
Divulgação/Xiaomi

A Xiaomi continua a ampliar seu ecossistema para casa e agora colocou em financiamento coletivo na China a Mijia Ceiling Light C, nova série de luminárias inteligentes de teto. A linha tem versões para salas e quartos, com até 8.400 lúmens de fluxo luminoso e controle pelo aplicativo da marca.

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São dois modelos: a Mijia Ceiling Light C L90, indicada para salas de 25 a 45 m², e a menor D40, voltada a quartos com menos de 15 m². Ambas permitem alterar a temperatura da luz e se conectar a outros dispositivos inteligentes da Xiaomi.

Modelo maior chega a 8.400 lúmens

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A Mijia Ceiling Light C L90 é a versão mais potente da dupla. Com formato retangular, ela mede 900 x 600 x 85 mm, tem potência nominal de 108 W e alcança fluxo luminoso de 8.400 lúmens.

Segundo a Xiaomi, o modelo foi projetado para salas de estar entre 25 e 45 m². A iluminação usa um sistema de emissão lateral em grande angular, que busca distribuir a luz de forma mais uniforme e reduzir áreas pouco iluminadas.

Já a Mijia Ceiling Light C D40 adota formato circular e é destinada a ambientes menores, principalmente quartos de até 15 m². Ela tem 400 mm de diâmetro, 75 mm de espessura e potência de 30 W.

Nesse caso, o fluxo luminoso chega a 2.500 lúmens, bem abaixo da L90, mas adequado à proposta de iluminar cômodos menores.

Luz pode ficar mais quente ou mais fria

As duas luminárias permitem ajustar a temperatura de cor entre 2.700 K e 5.700 K. Na prática, o usuário pode optar por uma iluminação mais quente e amarelada ou avançar para tons mais frios e esbranquiçados.

A Xiaomi usa LEDs personalizados de espectro completo nos dois modelos. O índice de reprodução de cores é de Ra95, valor que indica boa capacidade para preservar a aparência natural das cores dos objetos no ambiente.

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A fabricante também destaca o conforto visual. A série passou por testes da TÜV SÜD e recebeu classificação RG0 para risco relacionado à luz azul, categoria considerada isenta de risco.

Além disso, a Xiaomi afirma que as luminárias não apresentam cintilação visível, característica especialmente importante em cômodos nos quais a iluminação permanece ligada por várias horas.

Xiaomi tenta evitar amarelamento com o tempo

O design segue o visual minimalista comum em outros dispositivos da linha Mijia. Os dois modelos têm estrutura fina e acabamento fosco, com uma superfície de baixo brilho que busca reduzir reflexos incômodos.

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A marca também adotou um aditivo resistente à radiação ultravioleta no difusor. O objetivo é diminuir o risco de amarelamento ou de alterações na tonalidade do material após longos períodos de uso.

Internamente, os LEDs contam com uma estrutura voltada à dissipação de calor. Segundo a Xiaomi, isso ajuda a conservar o fluxo luminoso ao longo da vida útil da luminária.

Luminária pode fazer parte das automações da casa

Como já é tradição nos produtos domésticos da Xiaomi, a Mijia Ceiling Light C pode ser controlada pelo aplicativo Mijia. O usuário pode alterar parâmetros da iluminação, personalizar cenas e integrar as lâmpadas a outros aparelhos compatíveis.

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A Xiaomi cita, por exemplo, conexão com caixas de som e fechaduras inteligentes. Essa integração abre espaço para automações, como configurar a luz da sala para acender após a entrada de alguém em casa por uma fechadura conectada.

Esse tipo de cenário depende da configuração dos dispositivos e serve como exemplo do que pode ser criado dentro do ecossistema da marca.

Preço e disponibilidade

A Mijia Ceiling Light C chegou primeiro à plataforma de financiamento coletivo Xiaomi Youpin, na China. A L90 custa 539 yuans, cerca de R$ 413 em conversão direta, enquanto a D40 sai por 269 yuans, aproximadamente R$ 206.

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Até o momento, não há informações sobre um lançamento internacional da série ou sobre uma possível disponibilidade oficial no Brasil.

 

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