Criptomoeda brasileira Dynasty chega ao mercado imobiliário mundial

Por Redação | 19 de Janeiro de 2018 às 14h28
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O mês de março marca a chegada da criptomoeda D¥N no mercado imobiliário mundial. Desenvolvida por um grupo de empreendedores brasileiros centralizados no Crypto Valley – principal área de ecossistemas tecnológicos, localizado em Zug, na – Suíça, a Dynasty, um Fundo Imobiliário que opera sobre uma plataforma tecnológica com Inteligência Artificial para investimentos em ativos imobiliários em Blockchain, contará com mais de US$ 500 milhões em empreendimentos nas principais cidades do mundo.

Na prática, isto significa que eles oferecerão propriedades prontas para a aquisição que garantem valor de moeda fora do âmbito digital – i.e., o D¥N representará um pedaço de chão no mercado internacional. Os investidores que incluírem a criptomoeda brasileira em suas carteiras terão uma fração do portfólio da Dynasty, conforme as regras estabelecidas pelo mercado. Além disso, as operações poderão se alternar entre aquisição total ou parcial de imóveis, aquisição de títulos de fundos imobiliários e aquisição de participação em construtoras e incorporadoras.

O projeto já vinha sido moldado há dois anos, e agora conta com uma rede mundial, formada para que o negócio seja consistente e seguro. Os investimentos já passam de 2 milhões de francos suíços, que convertidos para dólares, chegam a pouco mais de US$ 2 milhões.

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Tendo um time internacional de especialistas imobiliários localizados em diversos estados do mundo para consultas, a Dynasty ainda conta com uma gestão de carteira líquida realizada pelo Credit Suisse, banco suíço que acompanhará cada transação comercial. Além disso, para que os investidores não cedam às incertezas das criptomoedas que existem, serão implantadas regulamentações do setor por meio de acordos mundiais, fornecendo assim mais segurança nas negociações.

A Dynasty, portanto, utilizará procedimentos já conhecidos pelos bancos internacionais para garantir proteção contra fraudes, tais como o KYC (Know Your Costumer), que possibilita a identificação e verificação dos seus clientes; e o AML (Anti-Money Laundering), conjunto de procedimentos para impedir a geração de renda em fundos ilegais e lavagem de dinheiro.

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