Satélites acompanham atividades sísmicas e vulcânicas

Por Redação | 12 de Maio de 2016 às 13h03
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Na última semana, Cleveland, no Alaska, recebeu alerta de erupção vulcânica laranja após uma série de explosões. Depois do ocorrido, a região tem ficado sob constante vigilância, além de outras partes do globo que também registraram atividades sísmicas. A maioria das informações sobre as atividades vem por meio do sistema de monitoramento webicorder e por infrassom, que consegue captar baixas frequências sonoras associadas a explosões.

Nas remotas ilhas Sandwich do Sul, território do Reino Unido localizado próximo à Antártida, o observatório da NASA divulgou uma imagem que teria registrado a primeira atividade vulcânica na região desde 1956. As ilhas Sandwich estão no arquipélago das Ilhas Bristol, onde há alguns vulcões ativos, incluindo o Curry que entrou em erupção em 2012.

Bristol Islands

Como não há habitantes num raio de 100 quilômetros da região, pode-se dizer que não há risco. No entanto, registrar erupções remotas como essas são de grande importância para confirmar se o planeta está com maior atividade sísmica ultimamente. Cientistas afirmam que não está, mas que a cada evento aprende-se mais sobre vulcões como os dessas regiões.

Já na América do Sul, houve um registro de atividade sísmica no Chile na última segunda (9). O vulcão Chillán expeliu fumaça e cinzas por um raio aproximado de 1,7 quilômetro do vulcão. As emissões de fumaça rapidamente atingiram o alerta amarelo.

Na Nova Zelândia, um lago na cratera vulcânica de Ruapehu continuou a se aquecer desde a semana passada. Voos turísticos testemunharam uma fumaça vigorosa saindo da superfície do lago, que chegou a atingir 44ºC. Mesmo sobe stas condições, o alerta para a região continuou verde.

Via Wired