Cientistas unem 13 anos de imagens para criar o maior mapa do universo já feito em 2D
Por Danielle Cassita |
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O maior mapa bidimensional do universo acaba de ser divulgado. Produzido pela equipe internacional de astrônomos do projeto DESI Legacy Imaging Surveys, o mapa é uma imagem com a espetacular resolução de 5,6 trilhões de pixels, que combina mais de 263 mil registros de telescópios capturados ao longo de 13 anos.
As observações foram feitas tanto na luz visível quanto no infravermelho, que revela o que há por trás das partículas de poeira da Via Láctea. A iniciativa rendeu dados detalhados de quase quatro bilhões de objetos como estrelas, galáxias distantes e até buracos negros.
A imagem é fascinante por si só mas, claro, é também de grande interesse para os astrônomos: com os resultados, os pesquisadores podem procurar por fenômenos raros do nosso universo, como supernovas e lentes gravitacionais. Aliás, você mesmo pode explorar as imagens na página Legacy Survey.
Mapa do universo
O novo mapa foi construído “sobre os ombros de gigantes”, uma vez que conta com dados de levantamentos anteriores que, sozinhos, já renderam mais de 1.800 artigos científicos. “Agora, é parte da trama que constitui o tecido da pesquisa em astronomia”, comentou David Schlegel, um dos líderes do projeto.
Ao mapear as posições dos objetos astronômicos com precisão sem precedentes, este atlas cósmico ajuda também os cientistas a entenderem a chamada energia escura, a força misteriosa que acelera a expansão do cosmos.
“Para nossa equipe, esses dados são fundamentais para a investigação da história da expansão do Universo e da formação da nossa galáxia. Mas o céu pertence a todos, e esse levantamento oferece a todos a oportunidade de se maravilhar com suas belezas”, acrescentou Arjun Dey, astrônomo do NSF NOIRLab.
Curtiu a possibilidade de explorar o espaço sem sair de casa? Confira nossa matéria sobre o
O maior mapa bidimensional do universo acaba de ser divulgado. Produzido pela equipe internacional de astrônomos do projeto DESI Legacy Imaging Surveys, o mapa é uma imagem com a espetacular resolução de 5,6 trilhões de pixels, que combina mais de 263 mil registros de telescópios capturados ao longo de 13 anos.
As observações foram feitas tanto na luz visível quanto no infravermelho, que revela o que há por trás das partículas de poeira da Via Láctea. A iniciativa rendeu dados detalhados de quase quatro bilhões de objetos como estrelas, galáxias distantes e até buracos negros.
A imagem é fascinante por si só mas, claro, é também de grande interesse para os astrônomos: com os resultados, os pesquisadores podem procurar por fenômenos raros do nosso universo, como supernovas e lentes gravitacionais. Aliás, você mesmo pode explorar as imagens na página Legacy Survey.
Mapa do universo
O novo mapa foi construído “sobre os ombros de gigantes”, uma vez que conta com dados de levantamentos anteriores que, sozinhos, já renderam mais de 1.800 artigos científicos. “Agora, é parte da trama que constitui o tecido da pesquisa em astronomia”, comentou David Schlegel, um dos líderes do projeto.
Ao mapear as posições dos objetos astronômicos com precisão sem precedentes, este atlas cósmico ajuda também os cientistas a entenderem a chamada energia escura, a força misteriosa que acelera a expansão do cosmos.
“Para nossa equipe, esses dados são fundamentais para a investigação da história da expansão do Universo e da formação da nossa galáxia. Mas o céu pertence a todos, e esse levantamento oferece a todos a oportunidade de se maravilhar com suas belezas”, acrescentou Arjun Dey, astrônomo do NSF NOIRLab.
Curtiu a possibilidade de explorar o espaço sem sair de casa? Confira nossa matéria sobre o mapa interativo que revela bilhões de anos de história do universo observável!