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Pedágio mais caro do Brasil sobe e reajustes afetam cobranças nas rodovias de SP

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Arquivo/Agência Brasil
Arquivo/Agência Brasil

Quem rodar pelas rodovias do Estado de São Paulo vai pagar mais caro nas praças de pedágio a partir desta quarta (1º). A Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) autorizou um reajuste nas tarifas que varia de 1,9% a 5,1% em diversas concessões, como o Sistema Anhanguera-Bandeirantes, Rodoanel e Rodovia dos Tamoios

O aumento foi calculado com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrado entre junho de 2025 e maio de 2026. O resultado? A alteração nos preços pesa o bolso de quem viaja tanto para o interior quanto para o litoral paulista

O Sistema Anchieta-Imigrantes, principal rota de descida para as praias paulistas, segue no indesejado posto de pedágio mais caro do Brasil: a tarifa saltou de R$ 38,70 para R$ 40,60. Outras vias expressas de peso também registraram altas significativas, como a Rodovia Castello Branco, que agora cobra R$ 20,40 em Quadra, e a SP-75 próxima ao Aeroporto de Viracopos, que subiu para R$ 20,30.

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Pedágio em SP

Apesar da alta generalizada, o governo do estado destaca que praças pontuais em municípios como Jaguariúna e Águas da Prata tiveram redução nas cobranças. Enquanto as novas regras entram em vigor hoje para a maioria, concessionárias como a Entrevias aplicarão a mudança apenas no dia 6 de, seguidas por cronogramas distintos em outras empresas. 

Vale lembrar que o “susto” no bolso não vai ser a única surpresa para os motoristas. É que os já conhecidos congestionamentos tradicionais devem continuar ocorrendo por mais algum tempo, já que a aguardada estreia do sistema de cobrança automática sem cancelas (free flow) na Anchieta-Imigrantes foi adiada. 

O esperado era que as rodovias para o litoral de São Paulo entrassem na era do pedágio sem cancela em julho, mas o cronograma foi alterado e, por ora, não há previsão para o início das operações no novo modelo.