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Luminosos de Uber e 99 geram polêmica e podem causar suspensão

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Erik Mclean/Unsplash
Erik Mclean/Unsplash

Você provavelmente já pediu um carro por aplicativo e, ao notar a aproximação do veículo, se certificou de que era o correto ao ver o luminoso indicando se tratar de um motorista a serviço da Uber ou da 99, certo? Pois saiba que essa prática, embora contribua para identificação e segurança, pode gerar problemas aos motoristas das plataformas.

Segundo especialistas em legislação, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) proíbe modificações que alterem a originalidade do veículo sem homologação prévia. Assim, os luminosos, por serem equipamentos adicionais e não regulamentados, podem resultar em multa e pontos na carteira de habilitação do motorista. Além disso, há o risco de apreensão do veículo em fiscalizações mais rigorosas.

A polêmica se intensificou nos últimos dias porque muitos motoristas alegam que o acessório, vendido livremente em e-commerces, traz mais segurança, já que facilita a identificação por parte dos passageiros e reduz a chance de confusões em locais de grande fluxo. Por outro lado, autoridades de trânsito e a própria Uber destacam que o uso do luminoso não é autorizado e pode gerar consequências sérias para quem insistir em utilizá-lo.

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O que diz a Uber sobre os luminosos?

Em nota oficial enviada para o Uol, a Uber reforçou que “não fornece nem recomenda o uso de luminosos com sua marca”. A empresa afirmou ainda que a identificação oficial dos motoristas “deve ser feita exclusivamente pelo aplicativo”, pois a plataforma exibe informações como placa, modelo do carro e nome do condutor.

Para os passageiros, a situação também tem gerado dúvidas. Muitos acreditam que o luminoso é um sinal de maior confiabilidade, mas na prática, ele não garante qualquer segurança adicional. A recomendação é sempre conferir os dados do veículo no aplicativo antes de embarcar, evitando riscos de fraude ou transporte irregular.

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Fonte: Uol