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Exército cria sistema com IA para controlar "enxame de drones"

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Divulgação/Centro de Comunicação Social do Exército
Divulgação/Centro de Comunicação Social do Exército

Imaginar o uso de drones com Inteligência Artificial para proteção militar de um país, em um passado não muito distante, era apenas cena de filme. Agora, com o avanço da IA, porém, o cenário de ficção se tornou realidade para o Exército Brasileiro.

As Forças Armadas apresentaram neste mês de março um inovador sistema, capaz de coordenar várias naves ao mesmo tempo, criando o chamado “enxame de drones”, tecnologia que permite operar diversos equipamentos de forma integrada em missões estratégicas.

A novidade foi desenvolvida dentro de um projeto nacional de pesquisa voltado à robótica e aos sistemas autônomos, chamado de EVAAT-GCN (Enxame de Veículos Autônomos Aéreos e Terrestres: Guiamento, Controle e Navegação).

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A ideia central é utilizar algoritmos de inteligência artificial para que diferentes veículos, tanto aéreos quanto terrestres, atuem de maneira coordenada durante operações militares. Na prática, o sistema permite que vários drones compartilhem informações, identifiquem alvos e executem tarefas de forma cooperativa. 

Uso da I.A. por forças armadas é tendência global

A iniciativa é conduzida pelo Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército em parceria com o Instituto Militar de Engenharia. O objetivo é desenvolver tecnologias nacionais capazes de integrar sensores, softwares e drones em uma rede inteligente de atuação conjunta.

Com o uso da inteligência artificial embarcada, os drones conseguem analisar dados em tempo real, reconhecer padrões e ajustar automaticamente suas ações durante uma missão. Esse tipo de tecnologia já é considerado uma tendência global na modernização das Forças Armadas, pois permite ampliar a capacidade de vigilância, reconhecimento e apoio tático no campo de batalha.