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Cinto de segurança do carro não "grita" com você à toa; veja o motivo

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Gemini
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Já percebeu que os avisos sonoros do cinto de segurança nos carros ficaram tão barulhentos que é como se “gritassem” com o motorista? Pois é, há um motivo para isso: as os acidentes de trânsito com desfechos fatais para os ocupantes que não usavam cinto continuam com números altíssimos, e as montadoras tiveram que tomar providências. 

Claro, os carros modernos estão cada vez mais seguros, já que contam com recursos como airbags, controle de estabilidade e frenagem automática, mas o fator humano continua decisivo. De acordo com a agência federal americana NHTSA, das 22.713 pessoas que perderam a vida no trânsito em 2024, alarmantes 48% não usavam o cinto. 

Diante de um cenário de número de mortes que voltou a crescer, o Instituto de Seguros para Segurança nas Rodovias (IIHS) apertou os critérios de avaliação, pressionando fortemente a indústria automotiva.

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Segurança no Brasil

Desde 2022, para que um carro conquiste a nota máxima (Good) nos testes do IIHS, é preciso que o veículo emita um alarme sonoro ininterrupto por pelo menos 90 segundos quando algum passageiro desprotegido é detectado no banco da frente ou de trás

Essa estratégia do incômodo tem funcionado muito bem na prática, já que o som alto, repetitivo e interminável tem se mostrado um bom aliado na hora de convencer o usuário ocasional (que é aquele que "esquece" do cinto em corridas curtas de táxi ou aplicativo) a ceder e afivelar o fecho.

O movimento global das fabricantes reflete diretamente no Brasil, onde o uso do cinto também é obrigatório para todos os ocupantes, conforme estabelece o Código de Trânsito Brasileiro. E mais: dirigir sem a proteção é infração grave e gera multa.

Quer evitar problemas com a fiscalização? Fique atento, pois câmeras com IA já flagram quem dirige sem cinto