3 coisas que você nunca mais deve fazer com seu carro
Por Paulo Amaral |

Cuidar bem do carro e, assim, evitar prejuízos desnecessários, às vezes envolve abandonar velhos hábitos que, à primeira vista, podem até parecer inofensivos, mas, na verdade, contribuem para diminuir a vida útil do veículo.
Um dos exemplos é a instalação de engates no para-choque traseiro. Muita gente não sabe, mas há alguns modelos de carros que não podem ser equipados com aquela “simpática bolinha”, a menos que seja exclusivamente para efeito decorativo.
Essa atitude é apenas uma das muitas coisas que você nunca mais deve fazer com o seu carro se quiser prolongar a vida útil e, claro, evitar gastar dinheiro sem necessidade. Confira as 3 principais.
3. Andar “na banguela”
Uma das práticas mais comuns, especialmente para motoristas com idade um pouco mais avançada, é colocar o carro “na banguela” (em ponto morto) em descidas de ladeira sob a argumentação de que “economiza combustível”.
A verdade, porém, é bem diferente. Além de não economizar uma gota de gasolina, a prática de descer ladeiras em porto morto, especialmente em carros automáticos, pode causar danos à transmissão e, consequentemente, um enorme prejuízo ao motorista.
2. Completar a água do radiador
Outro erro comum que você é induzido a cometer, mas nunca mais deve fazer com seu carro é “culpa” da simpatia dos frentistas de postos de gasolina, que vira e mexe oferecem para “completar a água do radiador”.
Essa prática, embora também seja inocente, é danosa, pois a água da torneira pode causar corrosão e entupimento nas tubulações. O procedimento correto é completar o recipiente com água desmineralizada (ou destilada), geralmente acompanhada pelo aditivo recomendado pela montadora.
1. Segurar o carro na embreagem
O terceiro item na lista de coisas que você nunca mais deve fazer com seu carro é voltado para quem dirige veículos equipados com transmissão manual: segurar o carro em ladeiras na embreagem.
Essa prática, embora seja mais ágil para o momento da saída, pode acarretar em desgaste prematuro do platô e do disco de freio. O resultado? Custos com manutenção que poderiam ser evitados por um período bem mais longo.
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Fonte: Uol