Quer transformar hobby em profissão? Conheça carreiras para aficionados em games

Por Colaborador externo | 11 de Janeiro de 2018 às 10h49
Foto: Divulgação

Por Olivia Pompeu*

Os primeiros jogos eletrônicos foram desenvolvidos na década de 50 e tinham o propósito de simular estratégias militares para testes e aprendizagem. Mas logo em seguida, em 1958, nos EUA, foi criado um jogo eletrônico para puro entretenimento. O Tennis For Two, que simulava uma partida de tênis, apresentava barras laterais que representavam os jogadores e um ponto piscando como bola.

Com o desenvolvimento da tecnologia, principalmente dos televisores e computadores, a criação de video games expandiu para consumo em massa com a invenção do primeiro console, o Odyssey, em 1972. Desde então o desenvolvimento de video games não para de crescer, evoluir e apontar o caminho do futuro, resultando em uma indústria que gera US$ 100 bilhões em faturamento e milhares de empregos diretos e indiretos no mundo.

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Apesar de ser dominado por americanos e japoneses, o mercado de jogos eletrônicos no Brasil é bastante significativo. O país é o 11º que mais “consome” games no mundo e começa a ganhar atenção com a produção nacional de jogos. Em expansão, a indústria de jogos no Brasil já virou trabalho sério de gente grande e inúmeras instituições de ensino superior já oferecem cursos de graduação na área para os jovens que vislumbram transformar o hobby em profissão.

Com salários atrativos e rotina profissional bastante dinâmica, uma carreira na área pode ser a escolha certa se você é aficionado por jogos eletrônicos e adora colocar em prática sua criatividade. Até um jogo chegar às mãos do público, muitos profissionais se dedicam a desenvolver um produto de alto nível técnico e de entretenimento. Abaixo, listamos as principais profissões da área:

  • Game Designer: como um diretor de um filme, é responsável por todo o processo de um jogo, desde a pré-produção até o lançamento. É o profissional que define a trama, a ambientação, os personagens e as regras.
  • Roteirista: é quem desenvolve a trama do jogo, com foco na interatividade e atratividade de sua evolução e conclusão.
  • Redator: responsável por redigir toda a narrativa: diálogo, comentários ou qualquer texto que apareça durante o jogo. Também supervisionará textos na embalagem, descrição, manual, etc.
  • Produtor: é quem coordena as equipes de produção e gerencia todo o cronograma e orçamento de projeto.
  • Programador: responsável por desenvolver o código base do jogo através de linguagens de computação (como JAVA e C++, por exemplo) para criar a parte física de um jogo (como dirigir um carro ou pular).
  • Artista Gráfico: é o profissional responsável pela identidade e comunicação visual do jogo, como paleta de cores, formas, modelagem em 2D e 3D, etc., definindo a estética final.
  • Designer de Áudio: é quem cria, capta e manipula todo e qualquer som de um jogo, desde trilhas musicais às peças sonoras, como o som de uma explosão, por exemplo.
  • Game Tester: literalmente quem testa o protótipo de um jogo para verificar a jogabilidade, procurar por defeitos, erros ou falhas e até mesmo avaliar criticamente o jogo como um todo.

Há ainda oportunidades para profissionais de outras áreas, como marketing, relações públicas e vendas.

*Olivia Pompeu é especialista em comunicação corporativa, exerceu diversas atividades na área de Marketing durante seu período na FedEx e tem ampla experiência com atendimento e comunicação com o cliente. Escreve artigos e peças de PR para o blog da Adzuna, além de auxiliar com Customer Service.

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