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Motorista da Uber estupra mulher durante corrida em Goiás

Por Wagner Wakka | 15 de Janeiro de 2019 às 20h37
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Um motorista da Uber foi preso, na última sexta-feira (11) em Aparecida de Goiânia, região sul da capital do Goiás, acusado de estuprar uma mulher de 22 anos durante uma corrida. Segundo a Polícia Civil em Boletim de Ocorrência, o motorista teria abusado da mulher que estava bêbada e não conseguiu se defender.

A empresa de transporte por apps já se manifestou sobre o caso e considerou o crime lamentável. Ainda, a nota da Uber ressalta que o rapaz de 41 anos, cujo nome não foi divulgado, foi banido da plataforma.

“A Uber lamenta o crime terrível que foi cometido. Nenhum comportamento criminoso é tolerado e o motorista foi banido do aplicativo assim que a denúncia foi feita”, diz a Uber em nota.

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Após o acontecimento no dia 11, a mulher procurou a polícia e informou que havia sofrido o estupro, o que resultou na prisão preventiva do motorista. Ele também atuava como coordenador de um órgão de assistência social na cidade, voltado a pessoas em situação de vulnerabilidade social, também em Aparecida de Goiânia. Segundo a prefeitura de Goiânia, ele foi exonerado do cargo no mesmo dia.

Uber

A empresa informou que tem investido para combater crimes deste tipo aqui no Brasil. Em nota, ela ressaltou que tem um compromisso de colocar R$ 1,55 milhão até ano que vem em projetos relacionados a empoderamento feminino.

Veja o comunicado completo da companhia:

“A Uber lamenta o crime terrível que foi cometido. Nenhum comportamento criminoso é tolerado e o motorista foi banido do aplicativo assim que a denúncia foi feita.

A Uber repudia qualquer tipo de comportamento abusivo contra mulheres e acredita na importância de combater, coibir e denunciar casos de assédio e violência. Nenhuma viagem com a plataforma é anônima e todas são registradas por GPS. Isso permite que, em caso de necessidade, nossa equipe especializada possa dar suporte às autoridades, sabendo quem foi o motorista parceiro e o usuário, seus históricos e qual o trajeto realizado, além de acionar seguro que cobre despesas médicas em caso de incidentes.

A empresa está à disposição para colaborar com as autoridades no curso da investigação ou de processos judiciais, nos termos da lei.

A empresa defende que as mulheres têm o direito de ir e vir da maneira que quiserem e têm o direito de fazer isso em um ambiente seguro. Como parte desses esforços, em novembro a Uber anunciou um compromisso público para enfrentamento à violência contra a mulher no Brasil, materializado no investimento de R$ 1,55 milhões até 2020 em projetos elaborados ao longo dos últimos 18 meses em parceria com nove entidades que são referência no assunto: Associação Mulheres pela Paz, AzMina, Rede Feminista de Juristas (deFEMde), Força Meninas, Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Instituto Igarapé, Instituto Patrícia Galvão, Instituto Promundo e Plan International Brasil.”

Fonte: O Popular

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