Como criar um "guarda-roupa" digital com o Google Fotos e testar looks
Por Marcelo Fischer |
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O Google Fotos tem uma ferramenta que transforma fotos de roupas em um guarda-roupa digital. O recurso usa inteligência artificial para identificar peças de vestuário na biblioteca de imagens do usuário, organiza esses itens por categoria e permite montar combinações para testar looks antes de vestir a roupa de verdade.
Abaixo, o Canaltech explica quem pode usar a ferramenta e como usá-la. Neste texto você encontra:
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Quem pode usar o guarda-roupa do Google Fotos
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Como criar e organizar o guarda-roupa digital
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Como montar e experimentar looks
Quem pode usar o Guarda-roupa do Google Fotos?
O Guarda-roupa está sendo distribuído aos poucos, de acordo com a página de suporte do Google Fotos.
A liberação prioriza assinantes dos planos Google AI Pro e Google AI Ultra, mas também alcançará outros usuários selecionados ao longo dos próximos meses. Quem se qualifica recebe uma notificação dentro do próprio aplicativo.
Existem requisitos específicos para acessar a função. A conta Google precisa cumprir a idade mínima exigida no país ou na região do usuário, e também é necessário ativar a funcionalidade Grupos de Rostos e selecionar o próprio rosto dentro dela, para que o sistema saiba quais roupas pertencem à conta.
Contas sem assinatura do AI Pro ou do AI Ultra também precisam ter mais de mil fotos do próprio usuário guardadas na biblioteca.
Além disso, aparelhos Android precisam rodar a versão 10 ou superior. A documentação oficial não lista uma versão mínima de iOS, e o recurso, por enquanto, funciona apenas pelo aplicativo do celular, sem versão para computador.
Cumprir todos os requisitos não garante acesso imediato, porque a liberação segue por lotes e depende de notificação enviada pelo Google.
Como criar seu guarda-roupa digital no Google Fotos
O processo começa dentro do próprio aplicativo, sem etapas externas.
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Abra o aplicativo Google Fotos no celular;
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Toque em "Álbuns", na parte inferior da tela;
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Selecione "Guarda-roupa" e depois "Criar o meu guarda-roupa".
A partir desse ponto, o Google Fotos analisa automaticamente as fotos da biblioteca e identifica as peças de roupa que aparecem nelas.
O usuário recebe uma notificação assim que o guarda-roupa fica pronto, sem precisar acompanhar o processo manualmente.
Como revisar e organizar as peças
Depois de criado, o guarda-roupa reúne cada peça identificada como um item separado, dentro de "Coleções" > "Guarda-roupa".
Os itens podem ser ordenados pelos usados mais recentemente e filtrados por tipo de vestuário, como partes de cima, partes de baixo, saias, joias e acessórios, conforme o anúncio oficial do Google.
A identificação automática nem sempre acerta. Peças que não fazem sentido no catálogo podem ser removidas. Basta tocar no item, dentro da aba "Artigos", e selecionar a opção de excluir.
Como montar looks com suas roupas
Para montar uma combinação, o caminho é o mesmo menu do guarda-roupa.
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Toque em "Álbuns" e vá em "Guarda-roupa";
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Na parte inferior, toque em "Criar";
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Selecione as peças que vão compor o look, com limite de seis itens por combinação;
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Toque em "Guardar" e dê um nome ao conjunto, ou pule essa etapa.
A montagem do look depende de escolhas manuais do usuário. A inteligência artificial participa apenas ao reunir as peças selecionadas em uma imagem única do conjunto.
Como experimentar um look virtualmente
Montar um look e experimentar um look são etapas diferentes dentro do Guarda-roupa. A primeira reúne as peças escolhidas em um conjunto, enquanto a experimentação gera uma prévia de como essa combinação ficaria vestida.
O caminho para acessar a prova virtual é:
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Abra "Álbuns" e vá em "Guarda-roupa";
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Selecione "Conjuntos";
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Escolha um conjunto salvo ou toque em "Criar" para montar um novo;
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Toque no ícone "Experimentar".
O Google Fotos gera um vídeo simulando como a combinação ficaria na própria pessoa. Como o acesso à função exige ter a funcionalidade Grupos de Rostos ativada e o próprio rosto selecionado, é esse cadastro que permite ao sistema aplicar as roupas à imagem do usuário na simulação.
Como qualquer criação por inteligência artificial, a prova virtual está sujeita a imperfeições.