Vivo adota solução Amdocs para acelerar no quad-play

Por Redação | 09.11.2016 às 19:51

A Vivo implementará a plataforma Data Hub, da norte-americana Amdocs para focar na distribuição de produtos quad-play (telefonia fixa, móvel, dados e conteúdo) em seu portfólio e expandir seu projeto de transformação digital no país.

Segundo destacou a operadora em nota divulgada nesta quarta-feira (09), a tecnologia da Amdocs será utilizada para extrair grande volume de dados em vários sistemas, mapeando as informações em modelos lógicos de dados com "insights agregados" dos consumidores.

A solução integra os serviços de suporte ao negócio e operações técnica, assim como as fontes de dados das redes centrais da tele. Segundo a Amdocs, todos estes módulos são integrados em uma abordagem holística através das linhas de negócio.

A ferramenta ainda tem camada semântica para levar aos usuários atendimento automatizado, gerando dados para gestão do cliente, da experiência de rede e marketing direcionado. O novo acordo expande a parceria já realizada entre as duas multinacional no início do ano passado.

Com isso, a companhia planeja levar produtos multicanal de melhor qualidade para clientes de serviços móveis e fixos, se alinhando com a estratégia da operadora para os próximos anos.

Em uma mudança de posicionamento no mercado, a Vivo deverá desligar parte de sua infraestrutura de legado. Essa redução nos investimentos poderá afetar até o 3G, serviço que representa a maior parte da base atual de clientes da operadora. Segundo Genish, essa mudança é consciente, já que será preciso basear seus serviços de próxima geração em estruturas com maior capacidade de transmissão, como 4G, 5G e fibra.

Além disso, com uma estrutura mais robusta a empresa pretende acelerar com produtos próprios em cima de sua capacidade de dados - o que inclui ofertas quad-play. Um lançamento realizado recentemente foi o do Studio+, plataforma de streaming de vídeos curtos produzida em parceria com a francesa Vivendi e sua maneira de competir - à sua maneira, claro - com poderosas OTTs como o Netflix.

Fonte: TeleTime