Sete anos depois, portabilidade numérica soma 29 milhões de telefones migrados

Por Redação | 15 de Outubro de 2015 às 18h07

Insatisfação com o serviço prestado, gastos elevados, promoções… são vários os motivos que podem influenciar a decisão de trocar de operadora de telefonia e manter o mesmo número para poupar o usuário de diversos inconvenientes, mas nem sempre existiu essa possibilidade. A portabilidade numérica foi implementada no Brasil em setembro de 2008 e, sete anos depois, a Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações (ABR Telecom) já calcula mais de 29 milhões de migrações realizadas em todo o Brasil.

Desse número, 11,2 mihões trataram-se de trocas de operadoras de telefones fixos e os 18,1 milhões restantes ficam por conta dos números móveis. Somente em São Paulo foram realizadas 9 milhões de trocas de operadora sem que os números fossem alterados.

Somente em 2015, entre janeiro e setembro, foram registradas 3,03 milhões de migrações realizadas entre as operadoras por meio da portabilidade numérica. Dessas, 38% foram referentes a números fixos e 64% a números de telefone celular.

Esses números revelam que o Brasil é um caso de sucesso na portabilidade telefônica mundial, garantindo ao consumidor seu direito de escolher qual operadora deseja utilizar, sem a necessidade de trocar de número, o que acaba sendo encarado como uma espécie de propriedade individual — ou seja, o usuário só trocará de número se desejar, ou se, por alguma razão, não puder mais manter aquela linha. A portabilidade numérica foi implantada gradativamente no país a partir de setembro de 2008, cobrindo todo o território nacional em março de 2009.

Fonte: G1

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