Relatório prevê 150 milhões de assinaturas 5G em todo o mundo até 2021

Por Redação | 18 de Novembro de 2015 às 11h25

A nova edição do Relatório de Mobilidade da Ericsson apontou que até 2021 haverá cerca de 150 milhões de assinaturas móveis 5G no mundo. O documento fornece insights sobre as tendências de redes móveis, entre elas o futuro das redes 5G.

De acordo com a empresa, Coreia do Sul, Japão, China e Estados Unidos serão os países pioneiros no segmento e captarão mais assinantes 5G. Essa tecnologia vai conectar novos tipos de dispositivos, permitindo também novos casos de uso relacionados à Internet das Coisas (IoT), além de uma transição que abrirá novas indústrias e verticais na transformação das TICs.

"O 5G é mais do que um serviço móvel mais rápido. Ele vai permitir novos casos de uso relacionados à Internet das Coisas, como, por exemplo, o protótipo construído pela Ericsson para aplicação de funções da rede 5G e análise de dados de transportes públicos que vão gerar economia de recursos, reduzir o congestionamento e o impacto ambiental”, disse Márcia Goraieb, vice-presidente de Marketing e Comunicação da Ericsson para a América Latina. “A transformação das TIC vai se tornar cada vez mais comum entre as diferentes indústrias, uma vez que o 5G permitirá que essa visão se torne realidade nos próximos anos”.

Enquanto outros países trabalham na criação e evolução de redes 5G, o primeiro teste deste tipo de conexão já tem data marcada para acontecer no Brasil. Você pode saber mais sobre o assunto na entrevista do Canaltech com Edvaldo Santos, diretor de inovação da Ericsson para a América Latina.

Comportamento dos consumidores brasileiros

O Relatório de Mobilidade também trouxe detalhes sobre o comportamento dos consumidores para oferecer informações sobre tendências atuais do tráfego e do mercado na sociedade conectada de hoje. O estudo prevê um aumento de 1,2 para 6 GB no tráfego mensal de dados na América Latina até 2021.

No Brasil, os aplicativos mais acessados via smartphone são WhatsApp, Chrome, YouTube, Facebook e Gmail. Outro detalhe interessante é que, para o usuário brasileiro, o streaming de vídeo é duas vezes mais importante do que navegar na internet como forma de percepção da qualidade de rede.

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