Operadoras estão confiantes no mercado de Internet das Coisas

Por Redação | 07 de Dezembro de 2016 às 22h40
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A era das coisas conectadas chegou com força total. No Brasil, as operadoras de telecomunicações já estão investindo pesado na nova tendência do mercado, principalmente em M2M (machine to machine), tanto na área de consumidores finais quanto na corporativa.

Um dos grandes incentivadores dessa decisão está ligado à definição do padrão LTE-M, conhecido também como narrow band IoT (NB-IoT), que é uma parte da infra LTE já existente, e da liberação da faixa de 70MHz, o que diminui a necessidade de grandes investimentos em novas redes.

Em poucos anos, a evolução para o padrão 5G deve viabilizar a conexão entre os mais de 20 bilhões de dispositivos na Internet das Coisas, previstos para daqui a três anos. Enquanto isso, o 4G vai estar mais maduro e, portanto, ajudará a viabilizar o mercado de IoT.

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"Quanto antes for desligada a rede 2G será melhor para o mercado, pois haverá ganhos de escala para as redes 4G e também qualidade do serviço prestado. Hoje a rede 4G da TIM cobre mais de mil cidades e no ano que em vai cobrir o dobro desse número", explicou Janilson Bezerra, diretor de Innovation e Business da TIM, ao TI Inside.

De acordo com o IDC, neste ano, o Brasil já conta com 140 milhões de objetos conectados, com previsão de chegar a 2024 com mais de 2,2 bilhões de conexões. O 3G corresponderá a 21% das conexões e 4G/LTE a 54% das conexões. Segundo as estimativas, 14% das conexões em 2024 serão LPWA – Low Power Wide Area, alavancadas pela simplicidade de desenvolvimento.

Segundo Luciano Gonçalves de Souza, diretor da Embratel - Claro (grupo América Móvil), a operadora decidiu que vai manter o 2G em atividade por mais cinco anos, no mínimo, atendendo a pedidos de clientes que pretendem preservar os investimentos. Atualmente, o grupo atua em 18 países nas Américas e 7 na Europa, conectando 892 milhões de pessoas.

Fonte: TI Inside

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