Marca GVT é oficialmente abandonada no Brasil

Por Redação | 14 de Abril de 2016 às 12h18

É dia de dar adeus à GVT. A partir desta sexta-feira (15), a marca deixa de existir definitivamente e se torna parte integrante da Vivo, com todos os seus serviços de telefonia, internet e televisão à cabo passando a funcionar sob a marca. Para os clientes, entretanto, a companhia afirma que nada vai mudar em termos de preços, pacotes e serviços continuando a funcionar da mesma forma.

A alteração, efetivamente, acontece um pouco além do que apenas em termos de nomenclatura. Os planos, por exemplo, terão a marca alterada – de GVT Freedom para Vivo Freedom, por exemplo – e os assinantes deverão usar um novo número, o 10315, para fazer reclamações, tirar dúvidas ou solicitar suporte técnico. Muda também o código de operadora para ligações DDD, do 25 utilizado antes para o 15.

As mudanças também abraçam programas de fidelidade e vantagens. Sistemas de pontos para troca de aparelhos, por exemplo, passam a ficar disponíveis também para os clientes da GVT, bem como a iniciativa que dá descontos e ingressos gratuitos para cinemas, teatro e outros eventos culturais, além da aquisição de novos produtos ou serviços. Os sites oficiais da companhia passam a redirecionar os visitantes para os domínios da Vivo.

O fim da marca GVT foi anunciado no começo deste ano e é um fruto da compra da companhia pela Vivo. A união entre as duas foi anunciada no final de 2014 e custou R$ 22 bilhões para a Telefónica, empresa espanhola que é dona da marca Vivo no Brasil. Além desse valor, em si, a companhia disse ter gasto mais de R$ 20 milhões na alteração de marca, uniformes, materiais e alterações para que a mudança não tenha impacto sobre os clientes.

Além disso, na época da aquisição, a Anatel determinou que a Vivo está obrigada a manter os planos dos clientes GVT por 18 meses antes de tentar realizar qualquer alteração em contratos, valores ou características, além de estar impedida de reduzir a cobertura original da companhia. Ainda, nas praças em que as duas empresas concentravam o maior número de clientes, fiscalizações serão realizadas de forma a garantir que a falta de opções de operadoras não cause problemas para os clientes.

Fonte: Vivo

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