Batida da PF derruba rede de TV Box pirata e apreende 8 veículos de luxo
Por Vinícius Moschen • Editado por Léo Müller | •

Na última terça-feira (10), a Polícia Federal deflagrou a fase ostensiva da Operação Bucaneiros, que visa desarticular uma rede criminosa especializada na comercialização ilegal de sinais de televisão por protocolo de internet (IPTV) e na violação de direitos autorais por meio de TV Box piratas.
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As investigações apontam que o esquema movimentou mais de R$ 4,2 milhões, e contava com a atuação coordenada de mais de 250 pessoas físicas e jurídicas.
A PF afirmou que foi identificada uma movimentação financeira incompatível com a renda declarada dos investigados, visto que não possuíam registro formal de emprego ou empresa.
A operação mobilizou mais de 70 policiais federais para o cumprimento de 13 mandados de busca e apreensão em quatro localidades distintas: nove deles foram na Grande Vitória (ES), dois em Indaiatuba (SP), e as cidades de Cabo Frio (RJ) e Brasília (DF) tiveram um mandado cada.
PF apreendeu cifra milionária
Durante as buscas nas residências, os agentes apreenderam aproximadamente R$ 1,7 milhão em espécie. Também foram retidos oito veículos de luxo e uma motocicleta.
Além disso, a equipe policial recolheu 22 aparelhos celulares, notebooks, discos rígidos (HDs) e relógios. Ainda foram encontrados documentos diversos e um computador utilizado para hospedar a página ilegal.
Os envolvidos na organização poderão responder pela comercialização ilegal de sinal de TV e violação de direitos autorais. A lista de crimes inclui associação criminosa e lavagem de dinheiro, e também estão previstas punições por crimes contra as relações de consumo.
O acesso a conteúdos audiovisuais sem licença oferece perigos como vulnerabilidades na rede de internet, que pode permitir o acesso a documentos, fotos, câmeras de segurança e aplicativos bancários. O uso rotineiro pode causar instabilidade na conexão, exibição de propagandas falsas e outros efeitos negativos.