Brasil é o 4º país mais rentável no ranking de mercados de telecomunicações

Por Redação | 16 de Outubro de 2012 às 13h30

Na última semana, a União Internacional das Telecomunicações (UIT), organização vinculada à ONU, divulgou um novo estudo do mercado de telecomunicações, com o Brasil ocupando o quarto lugar em rentabilidade neste setor, atrás apenas dos Estados Unidos, Japão e China.

A pesquisa revelou também que o consumidor brasileiro é o que paga mais caro no mundo todo para ter acesso a telefonia móvel, internet banda larga e telefone fixo. Para ter uma ideia, em 2011, 4,1% da renda do brasileiro foi destinada ao consumo desses serviços, com isso, o Brasil aparece na 93º colocação no ranking que relaciona custo e benefício em cada país.

O UIT usou como base para sua análise o preço máximo estipulado e enviado pelas operadoras para a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). No quesito custo de chamadas de celular, o Brasil aparece na 10ª posição dos mais caros, com índice de 7,3% em relação à renda do brasileiro. Já em 2010, o país ocupava a décima sexta posição, o que indica que subimos no ranking, pois os preços ficaram mais altos.

A pesquisa mostrou que o país reduziu os custos da banda larga, saindo da 49º lugar que ocupava em 2010 e saltando para a posição 86 em 2011.

Telecomunicações

Na listagem dos países mais desenvolvidos em telecomunicações encontramos a Coreia do Sul em primeiro lugar, seguida por Suécia, Dinamarca, Islândia, Finlândia, Holanda, Luxemburgo, Japão, Reino Unido e Suíça.

"O ano passado viu um contínuo e quase global crescimento da utilização das TCIs. O aumento no número de assinaturas de banda larga móvel em países em desenvolvimento levou a internet para um grande número de novos usuários. Mas, apesar da tendência de queda, os preços continuam relativamente elevados em muitos países de baixa renda. Para a banda larga móvel replicar o milagre do celular e trazer mais pessoas de países em desenvolvimento para o universo online, a cobertura da rede 3G tem que ser estendida e os preços têm que ir ainda mais para baixo", concluiu Brahima Sanou, diretor de desenvolvimento do UIT.

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