Startup criadora do drone automático Lily anuncia falência

Por Redação | 12 de Janeiro de 2017 às 11h05

A startup Lily Robotics, responsável pela criação do Lily, drone que pode voar sozinho sem a necessidade de ser guiado por um controle, anunciou nesta quinta-feira, 12, que não só não conseguirá entregar o produto à todas as pessoas que fizeram a sua pré-encomenda, como não tem mais dinheiro para seguir em frente.

Em um post no blog oficial da startup, os cofundadores Antoine Balaresque e Henry Bradlow explicaram que eles ficaram sem dinheiro, o que culminará no fim da empresa. O drone, que ainda estava em pré-venda no site da empresa por US$ 500, chegou a render à startup US$ 34 milhões, mesmo antes de ser lançado, o que, no entanto, não foi suficiente para salvar a Lily Robotics.

O drone Lily aparentemente estava pronto para ser lançado ao mercado depois de muitos testes, mas os custos excessivos com pesquisa e desenvolvimento limparam as contas bancárias da startup. Ou seja, não havia mais dinheiro para financiar a produção do drone. A companhia, no entanto, declarou que reembolsará, em até 60 dias, todas as pessoas que fizeram a pré-encomenda do drone.

“Nos últimos meses, tentamos garantir o financiamento para desbloquear nossa linha de produção e enviar nossas primeiras unidades - mas não conseguimos fazer isso. Como resultado, estamos profundamente entristecidos ao dizer que estamos planejando acabar com a empresa e oferecer reembolsos aos clientes”, declararam os executivos.

O dispositivo funcionava de uma forma interessante: o usuário colocava o rastreador no pulso ou no bolso, fazia o drone voar e pronto. O veículo faria a filmagem acompanhando o rastreador, enquanto o usuário passeava.

Fonte: Lily Robotics

Fique por dentro do mundo da tecnologia!

Inscreva-se em nossa newsletter e receba diariamente as notícias por e-mail.