Algar Telecom abre 2º ciclo de aceleração de startups

Por Redação | 07 de Novembro de 2016 às 16h02
photo_camera Divulgação

A Algar Telecom, empresa de telecomunicações do grupo Algar, anunciou nesta segunda-feira (07) o segundo ciclo do seu Programa de Aceleração de Startups, que selecionará seis startups em seis diferentes áreas de atuação.

Assim como na primeira turma, o programa continuará a ser operado pela Ace (ex-Aceleratech), empresa reconhecida como maior aceleradora da América Latina pela Latam Founders. As startups escolhidas passarão por um processo de aceleração com duração de 4 a 10 meses (dependendo do nível de maturidade da startup), contando com R$ 150 mil reais de investimento direto, mais mentorias de apoio ao negócio.

Os empreendedores interessados têm até o dia 11 de dezembro para se inscrever na página do programa. Podem participar startups de todo o Brasil que possuam soluções para os seguintes temas: Eficiência e Produtividade; Transformação Digital de Negócios; Cidades Inteligentes e Humanas; Entretenimento, Comunicação e Ferramentas para o Público Jovem.

Segundo Renato Paschoarelli, diretor de Estratégia e Regulatório da Algar Telecom, o programa é uma excelente oportunidade tanto para os empreendedores, que necessitam de investimentos e mentoria para o desenvolvimento e crescimento de seus negócios, como para a Algar, que precisa estar próxima das empresas que poderão promover mudanças significantes no mercado em um futuro próximo.

“Vamos aumentar o número de startups selecionadas porque apostamos no potencial de inovação do empreendedor brasileiro. Buscamos projetos que apresentem soluções inovadoras em tecnologia da informação e comunicações e que resolvam problemas reais do dia a dia das pessoas e empresas, com potencial de atuação em todo o mercado nacional”, destacou Paschoarelli.

De acordo com Arthur Garutti, COO da Ace, o apoio da Algar no segundo ciclo de aceleração não só aumentará a capacidade de startups aceleradas em simultâneo como também adequar o programa ao estágio de cada startup selecionada.

"A tese (do projeto) também está mais refinada, focada na busca de soluções e não necessariamente em tecnologias. Buscamos cada vez mais usar a empresa como plataforma de escalabilidade para as startups através das possibilidades de cross-selling, ações de marketing e demais possibilidades que vão além da metodologia em si. Considero o escopo desta segunda fase dum marco no salto de maturidade das acelerações corporativas existentes no Brasil", finalizou Garutti.

Gostou dessa matéria?

Inscreva seu email no Canaltech para receber atualizações diárias com as últimas notícias do mundo da tecnologia.