Como escolher seu ERP em nuvem

Por Colaborador externo | 25 de Junho de 2013 às 06h00

Por Oscar Luz*

Segundo dados da consultoria IDC, o mercado de cloud computing vem registrando crescimento desde 2010, e fechou 2012 com alta de 57%. A estimativa é que haja crescimento anual de 74,3% até 2015, e para este ano, as receitas de cloud computing devem movimentar US$ 257 milhões no País.

Deste valor, US$ 123 milhões serão destinados à infraestrutura (IaaS), US$ 109 milhões para software (SaaS) e US$ 25 milhões para plataforma (PaaS). Além disso, até 2015 as empresas nacionais deverão investir US$ 789 milhões em soluções de computação na nuvem.

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Estes números mostram o quanto o cloud tem se tornado uma tendência forte. E, quando falamos em utilizar um Software de Gestão Empresarial (ERP) em Nuvem, a estabilidade é fundamental. Pensando nisso, ressaltamos alguns pontos importantes para definir a adoção do melhor modelo:

  • Rede Privada: Garantir a segurança das informações colocadas em uma rede pública é uma das principais questões endereçadas pelos gestores de TI. Um dos mecanismos frequentemente utilizados é a criação de uma Virtual Private Network (VPN), ou seja, uma rede virtual privada. Rede livre de ataques provenientes da internet.
  • SLA: A qualidade dos serviços deve ser controlada por meio de indicadores específicos como disponibilidade de hardware e serviços. Esses indicadores devem fazer parte do acordo de nível de serviços (SLA) entre a empresa e os fornecedores contratados.
  • Necessidades de TI: Ao adotar o modelo de computação em nuvem, a empresa deve relacionar as particularidades de negócio que precisam ser atendidas, e certificar-se de que os fornecedores contratados têm condições de atender aos requisitos essenciais. Eles podem variar desde o fornecimento de funcionalidades específicas de aplicações até o suporte alinhado aos picos de operação da empresa.
  • Segurança: A empresa que contrata os serviços na nuvem ou deseja migrar parte da arquitetura para a cloud deve verificar se o modelo possibilita a expansão e a possibilidade de uso de modelos híbridos de computação (pública e privada), além de integração entre plataformas e sistemas atuais e futuros. Somente dessa forma, poderá garantir a flexibilidade do modelo. É importante estar atento a riscos relacionados à segurança, qualidade de serviços, atendimento especializado e integração de sistemas.

*Oscar Pinto da Luz é presidente da MPL Corporate Software, empresa de TI especializada em soluções de gestão empresarial.

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