Fabricante lança versão do Apple Watch com relógio comum que custa US$ 112 mil

Por Redação | 05 de Agosto de 2015 às 08h56
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Você certamente já deve ter visto inúmeras versões de luxo de vários produtos famosos. Essa tendência só aumentou com o lançamento de smartphones como o iPhone, da Apple, e o Galaxy, da Samsung, que ganharam modelos banhados a ouro ou cravejados de pedras preciosas. Agora, essa categoria "ostentação" acaba de ganhar um novo acessório: o Apple Watch. Embora já esteja disponível em uma versão de US$ 115 mil, o relógio inteligente recebeu uma versão luxuosa um tanto quanto bizarra.

Acontece que a companhia Nico Gerard, com sede na Califórnia, nos Estados Unidos, anunciou uma pulseira com relógio duplo: de um lado, o relógio comum; do outro, o smartwatch da Maçã. De acordo com a fabricante, o aparelho será vendido em três versões diferentes: a Pinnacle, mais básica, custará US$ 9.300; a Skyview Pinnacle, intermediária, US$ 9.500; e a top Sunrise Pinnacle, feita de ouro 18 quilates, US$ 112.000.

Ainda segundo a Nico Gerard, os dispositivos são certificados pela Official Swiss Chronometer Testing Institute (COSC), entidade suíça que regulariza a precisão dos relógios de pulso, além de contar com resistência a até 100 metros embaixo d'água - o que significa que você pode ficar submerso, mas não nadar por maiores distâncias.

Apesar de duvidoso, o Pinnacle é defendido pela fabricante como um projeto sério, "feito sob o argumento de que a parte interna de um relógio de pulso é um lugar natural para [acoplar] um Apple Watch". "É fácil de olhar e discreto para remover. Por exemplo, [é perfeito] se você é um executivo e não quer que outras pessoas leiam suas mensagens de texto durante uma reunião de negócios", justificou Adam Pluemer, presidente da Nico Gerard.

Pluemer também afirmou que o relógio duplo levou nove meses para ser desenvolvido, outros seis meses para ser certificado e que sua fabricação acontece na Suíça. A pré-venda do acessório já começou, mas não há previsão de lançamento fora dos Estados Unidos.

Fontes: Mashable, The Verge