Este gadget "transforma" qualquer relógio comum em um smartwatch

Por Redação | 09.11.2015 às 14:04

Os smartwatches são uma das principais tendências no mundo dos gadgets, mas muita gente ainda não vê sentido em utilizar um relógio inteligente, ou acha seu design esquisito demais. Para preencher esse buraco, uma startup da cidade de São Francisco, nos Estados Unidos, criou o Chronos, uma espécie de disco metálico capaz de deixar praticamente qualquer acessório mais inteligente.

Utilizando imãs, o gadget pode ser acoplado à parte de trás do relógio e é totalmente resistente à água. Desenvolvido com a prática de esportes em mente, o produto se fixa de forma consistente ao acessório, de forma a não se soltar durante o uso e, ao mesmo tempo, é leve o bastante para que o usuário nem mesmo sinta que o está utilizando, como se ele fosse uma parte integrante do acessório.

Chronos

Apesar de não possuir uma tela, o Chronos é capaz de notificar o usuário a partir de padrões de vibração e luzes de LED, que podem ser configurados para aplicativos ou contatos específicos. Além disso, é possível criar gestos específicos para certas atividades, como silenciar chamadas, ativar a câmera remotamente ou controlar a reprodução de músicas. Tudo fica ao gosto do utilizador e as configurações podem ser alteradas a partir de um aplicativo específico.

Uma integração completa ao app de saúde no iOS também permite que o Chronos execute funções como contagem de passos e monitoramento dos sinais vitais do usuário. Aqui, os desenvolvedores afirmam que também terão uma solução proprietária e customizada, mas nada impede que o software de fábrica do iPhone seja utilizado para esse fim, assim como outras soluções que o utilizador achar conveniente.

Ainda em fase de desenvolvimento, o Chronos tem lançamento previsto para o final do primeiro semestre do ano que vem. O produto já está em pré-venda por US$ 99 (cerca de R$ 380), mas quem decidir esperar até sua chegada às lojas vai pagar mais caro: US$ 129 (aproximadamente R$ 490).

Fontes: Chronos, Bloomberg