Apple Watch será isento de taxa de importação de "produtos chineses" nos EUA

Por Felipe Junqueira | 24 de Março de 2020 às 18h00
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Em meio à guerra comercial entre EUA e China, a Apple se viu obrigada a pagar uma taxa por uma série de seus produtos para comercializá-los em sua terra natal. A empresa apelou ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos por isenção no imposto de importação e, agora, teve o pedido atendido ao menos para o Apple Watch.

No pedido, feito ainda no ano passado, a Maçã argumentou que o relógio inteligente “não é estrategicamente importante, relacionado ao ‘Made in China 2025’, ou outros programas industriais chineses”. Além disso, a companhia alegou que não encontrou nenhuma fonte fora da China para atender à demanda americana pelo produto em 2020.

Desde setembro do ano passado, a administração de Donald Trump incluiu uma taxa de 15% para uma série de produtos importados do país asiático para os EUA. Desde fevereiro, esse imposto foi cortado pela metade, como parte de um acordo inicial com o presidente Xi Jinping.

A lista incluiu uma série de produtos do catálogo da Apple, cuja montagem fica a cargo da Foxconn, cuja maior parte das fábricas estão espalhadas pela China. Além do Apple Watch, a Maçã também espera cortar o imposto dos AirPods, HomePod e de uma série de componentes do iPhone.

Em outubro, Tim Cook declarou que está otimista na resolução da guerra comercial entre EUA e China. De fato, Donald Trump e Xi Jinping já conseguiram um acordo inicial, e seguem com as tratativas por mais detalhes. No final de 2019, a Maçã conseguiu se livrar de mais uma taxa, que passaria a ser cobrada de outros produtos, como o iPhone.

Fonte: Bloomberg, Mac Rumors

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