Apple e Stanford se unem para monitorar batimentos cardíacos pelo Apple Watch

Por Redação | 30 de Novembro de 2017 às 16h23
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A Apple se associou a cientistas da Universidade de Stanford, na Califórnia, para estudar os batimentos cardíacos irregulares de usuários do Apple Watch. Esse é mais um passo da empresa de Cupertino a transformar o seu smartwatch em um gadget que não seja somente um suporte para o iPhone ou um simples acessório.

O acompanhamento será feito por meio de um aplicativo, o Apple Heart Study, que deve ser instalado no relógio, desde que seja, no mínimo, da Series 1. Para participar, o usuário precisa ter pelo menos 22 anos e morar nos Estados Unidos.

Após instalar e configurar o aplicativo, o usuário segue normalmente com seu dia. Caso o Watch detecte algum problema ou variação do ritmo cardíaco, ele envia uma notificação, com sugestão de consulta gratuita por voz ou vídeo. A conversa com o médico vai indicar se será necessário uma visita ao hospital para mais testes.

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Antecipação a um problema

O objetivo, pelo menos no início do estudo, não é fazer diagnósticos, mas mostrar ao usuário que alguma coisa aconteceu no seu coração. Esse é um campo — o que detecta fibrilação atrial, anormalidade que deixa os batimentos cardíacos rápidos e irregulares —  que a Apple pretende trabalhar com o seu smartwatch.

Como esse é um problema muitas vezes não levado a sério aos jovens, que acreditam que isso só vai acometer os mais velhos, o monitoramento constante pode ser uma boa forma de detectá-lo com antecedência.

Fonte: Phone Arena

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