Xiaomi Mi MIX 2 esgota em menos de um minuto na China

Por Redação | 15 de Setembro de 2017 às 11h01

Poderia ser um show, mas era um smartphone. O Xiaomi Mi MIX 2, novo modelo da marca asiática que tem como destaque a tela que toma praticamente toda a parte da frente do aparelho, esgotou em menos de um minuto durante a primeira abertura de pré-vendas na China, realizada nesta sexta-feira (15). Para ser mais preciso, as unidades duraram exatamente 58 segundos antes de serem completamente vendidas.

A Xiaomi não divulgou exatamente o número de unidades disponibilizadas, mas disse ter liberado um “bom” estoque para as vendas. Em comunicado oficial, a empresa também comemorou o sucesso de seu primeiro dispositivo com tela infinita e tranquilizou os fãs sobre a disponibilização de novas unidades, afirmando que a produção de aparelhos acontece em ritmo bastante acelerado.

A próxima pré-venda acontece no dia 19 de setembro. É mais uma oportunidade para que os interessados adquiram o Mi MIX 2, deixando de fazer parte de uma lista de espera que já conta com mais de 500 mil interessados em adquirem o modelo, também um recorde para a marca chinesa.

Além do Mi MIX 2, a Xiaomi também abriu nesta sexta-feira as pré-vendas de seu novo phablet, o Mi Note 3. Ele também esgotou, mas o ritmo de vendas foi mais lento, com a fabricante também não divulgando o total de unidades disponibilizadas nem em quanto tempo elas acabaram. O sucesso também foi celebrado, com a empresa afirmando que a demanda por seus dispositivos está mais alta do que jamais foi.

Tela praticamente sem bordas é o destaque do Xiaomi Mi MIX 2.

É justamente para aquecer o mercado que a companhia investe nesse processo inusitado de pré-venda. Em vez de soltar tudo de uma só vez, a Xiaomi prefere trabalhar com disponibilidades reduzidas e com hora marcada para serem liberadas, aumentando o hype na medida em que as unidades esgotam e os fãs ficam na expectativa por mais.

Com tela de 5,99 polegadas e aspecto 18:9, semelhante ao do Galaxy S8, o Xiami Mi MIX 2 é uma das ofertas de topo de linha da marca, reconhecida por liberar aparelhos potentes, mas com preços mais em conta dedicados quase que exclusivamente ao público asiático. É uma forma de bater de frente com os concorrentes do mercado internacional, uma estratégia que levou a companhia aos rincões superiores na briga por market share do mercado mobile.

Por dentro do modelo está um processador Snapdragon 835, da Qualcomm, GPU Adreno 540 e 6 GB de memória RAM – há também uma edição especial com 8 GB. O dispositivo roda Android 7.1 Nougat e tem opções de 64 a 256 GB de memória interna, sem slot para expansão por meio de cartões SD.

A tela é Full HD, com o aspecto diferenciado entregando uma resolução de 1080 x 2160 pixels. A câmera traseira é de 12 MP com direito a flash e todos os sistemas integrados de otimização, enquanto a frontal tem sensor de 5 MP.

Por enquanto, porém, nada de previsão para o Brasil. Depois de uma comemorada chegada ao país, com smartphones, baterias e outros produtos, a companhia anunciou, no ano passado, que reduziria suas operações e estava desistindo do lançamento de aparelhos por aqui.

Um dos motivos seria a revogação da Lei do Bem, uma das medidas do Governo para equilibrar as contas públicas, além de constantes mudanças e incertezas quanto às políticas tributárias e regras para fabricação local de dispositivos mobile.

Fonte: Gadgets 360

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