Smartphones deixarão de existir até 2020, diz Ericsson

Por Redação | 09 de Dezembro de 2015 às 16h30

De acordo com os resultados e previsões de uma pesquisa feita pela Ericsson, o futuro terá mais Siris e menos iPhones. No estudo, a empresa afirma que os celulares, no modelo tradicional que todos conhecemos hoje em dia, devem morrer até 2020, sendo substituídos por uma espécie de “ajudante virtual” que não precisará de tela e toques para funcionar, e sim serão controlados por meio da voz e movimentos.

É uma tendência que já está começando, com a chegada de gadgets como o Apple Watch e outros tipos de tecnologias vestíveis. Pouco a pouco, essa categoria de aparelhos deve começar a se popularizar ao ponto de tomarem completamente o mercado mobile, na medida em que suas funções e, acima de tudo, entendimento do que o usuário está fazendo vão sendo incrementadas cada vez mais.

O hábito de falar sozinho, apenas para um aparelho, deve permanecer existindo, mas de outras maneiras. Na visão da Ericsson, por mais que todos estejam acostumados com displays de toque nos dias de hoje, esse tipo de utilização não é nada prática e demanda foco total do usuário, dificultando a vida dele quando ele está dirigindo ou cozinhando, por exemplo.

É justamente por isso que a empresa sugere a substituição dos métodos tradicionais de utilização pela voz e outros tipos de controles. Para a Ericsson, o mundo de hoje é rápido demais para que as pessoas simplesmente parem para fazer algo de forma dedicada. Ao final do texto, crava sua previsão: “smartphones serão coisa do passado nos próximos cinco anos”.

A perspectiva é agressiva, mas não dá para dizer exatamente que ela está de todo errada. Resta apenas saber se os wearables realmente vão pegar como a Ericsson acredita. Em sua pesquisa, a empresa falou com 100 mil pessoas em 40 países da Europa, Américas e Ásia.

Fonte: Metro

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