Smartphones da Xiaomi ficarão mais caros em breve, diz CEO da empresa

Por Thaís Augusto | 07 de Março de 2019 às 15h21
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A chinesa Xiaomi é conhecida pela qualidade de seus smartphones e por ter uma das melhores relações custo-benefício do mercado. Mas isso pode mudar: o CEO da fabricante, Lei Jun, sinalizou que os próximos celulares da marca ficarão mais caros.

"Queremos nos livrar dessa reputação de que nossos smartphones custam menos de 2.000 yuans (cerca de US$ 298). Queremos investir mais e fazer produtos melhores", disse Jun em vídeo traduzido pela TechNode. "Internamente, comentei que esta pode ser a última vez que nosso preço será inferior a 3.000 yuan (US$ 447)", continuou ele, supostamente em referência ao modelo Xiaomi Mi 9. "No futuro, nossos telefones podem ficar mais caros – não muito, mas um pouco mais caros".

O Xiaomi Mi 9 custa 2.999 yuans (US$ 446) na China com a configuração de 6GB de RAM e 128GB de memória interna. No mesmo aparelho, mas com 64 GB de memória, consumidores europeus desembolsam 449 euros (US$ 509). O modelo não é vendido oficialmente no Brasil, mas pode ser encontrado a partir de R$ 3.300 em sites como o Mercado Livre.

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O preço chinês representa um leve aumento na comparação com o Xiaomi Mi 8, que começou a ser vendido por 2.699 yuans (US$ 420 na época).

Neste mês, a Xiaomi lançará no Brasil os smartphones Redmi Note 6 Pro e Pocophone F1. É a segunda tentativa da Xiaomi de entrar no mercado nacional. Em 2015, a empresa surgiu com uma estratégia de venda online, mas, aos poucos, desapareceu.

Ainda não está claro se a mudança de diretrizes afetará modelos anteriores da empresa e se o aumento dos preços chegará ao Brasil. A Xiaomi enfrenta resistência em vários países, como nos Estados Unidos, por ser uma marca chinesa e vender aparelhos baratos e com recursos inspirados em outros conhecidos smartphones, como os da Apple – a prática, entretanto, é comum na indústria.

Fonte: Android Authority

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