Redmi Note 9S passa na Anatel e já pode ser lançado no Brasil

Por Felipe Junqueira | 01 de Abril de 2020 às 13h16
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Ficha técnica

Enquanto o país enfrenta as consequências do isolamento por conta da pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV-2), a Anatel volta, aos poucos, a publicar documentação de certificações e homologações de dispositivos. A Huawei conseguiu a liberação de cinco modelos (sendo dois deles variantes do P40 Pro), assim como a Xiaomi, que já pode começar a vender o Redmi Note 9S por aqui.

A documentação não é tão completa como a dos smartphones da Huawei, que têm manual e fotos externas em todos os casos. O Redmi Note 9S só tem o certificado, com a lista das frequências de rede suportadas. A banda 28 do 4G, na frequência de 700 MHz, está inclusa. O aparelho também suporta as duas frequências de Wi-Fi, tanto o 2,4 Ghz como o 5 Ghz, como era esperado para um dispositivo da categoria dele.

Claro que já conhecemos todas as especificações do Redmi Note 9S, que é a versão global do Redmi Note 9 Pro lançada recentemente. Considerado sucessor do Redmi Note 8 Pro, o dispositivo traz tela IPS LCD de 6,67 polegadas, resolução Full HD+, furo centralizado na parte superior para acomodar uma câmera frontal de 16 MP e taxa de atualização de 60 Hz.

Note 9S é a versão global do Note 9 Pro (Imagem: Divulgação)

Internamente, é equipado com uma plataforma intermediária da Qualcomm, o chipset Snapdragon 720G, com processador de oito núcleos, além de 4 GB ou 6 GB de memória RAM e 64 GB ou 128 GB de armazenamento, expansível com cartão micro SD. A bateria tem 5.020 mAh e suporte ao carregamento rápido de 18 W. O conjunto de câmeras traseiro tem quatro sensores, sendo um principal wide de 48 MP, um ultra-wide de 8 MP, um macro de 5 MP e um ToF de 2 MP.

Lá fora, o preço sugerido pelo aparelho é de US$ 249, cerca de R$ 1.305 na conversão direta, considerando a cotação atual do dólar, pela versão mais barata. Não é um valor tão alto. O preço oficial da Xiaomi no Brasil ainda é um mistério. O Remdi Note 8 Pro chegou aqui por R$ 2.300.

Também não há informações sobre a data de anúncio por aqui. Com a pandemia de COVID-19 que o país enfrenta, nenhuma empresa tem marcado eventos, que estão proibidos em várias cidades do país, inclusive. Resta esperar para ver se novos lançamentos serão feitos via comunicado à imprensa ou só quando a crise sanitária passar.

Além disso, o simples fato de ter homologação não é garantia que um produto será vendido por aqui.

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