iPhone 8 pode ter reconhecimento facial que funciona até mesmo deitado

Por Redação | 07 de Agosto de 2017 às 12h15

O vazamento do firmware do HomePod trouxe várias descobertas sobre como o iPhone 8 poderá chegar ao mercado e quais as mudanças que devem acontecer em relação a atual geração de smartphones da Apple. Além da possibilidade de gravar vídeos em 4K a 60 quadros por segundo, os desenvolvedores que analisaram os códigos descobriram que o novo iPhone não só deverá contar com um sensor biométrico de reconhecimento facial, como ele será mais preciso e eficiente do que os que equipam aparelhos concorrentes na atualidade.

O novo sensor biométrico do iPhone, que vem sendo chamado de Face ID, será capaz de funcionar mesmo com o iPhone deitado em uma mesa. Os desenvolvedores apontam que as referências no código “AXRestingPearlUnlock” e “com.apple.acessibility.resting.pearl.unlock“ contêm a expressão "pearl" como sendo a função de identificação facial. Geralmente, a leitura de rosto ou de íris necessita que o celular esteja a uma certa distância e posicionado em frente a face. Mas, no caso do iPhone 8, o Face ID funcionará com sensores de rastreamento facial capazes de identificar formas mesmo em ângulos mais difíceis e em algumas condições distintas.

Os códigos revelam que o iPhone 8 pode se bloquear caso nenhuma das faces registradas seja reconhecida pelo sensor biométrico. Desse modo, assim como no Touch ID, os dados dos usuários ficarão protegidos caso alguém queira acessar informações sem autorização.

As informações sobre o sensor de reconhecimento facial reforçam a possibilidade do iPhone 8 não contar com o leitor de impressões digitais. A provável ampliação da tela do gadget possivelmente extinguirá o botão Home, o que está levando muita gente a acreditar que ou o Touch ID mudou de lugar ou ele simplesmente foi retirado do aparelho, levando a Apple a apostar apenas no Face ID.

As descobertas por trás dos códigos também indicam que o leitor de reconhecimento facial poderá ser utilizado por aplicativos de terceiros. Com isso, apps poderão utilizar o desbloqueio via função biométrica, como já acontece com o Touch ID.

Fonte: iHelp BR

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