Estudo revela hábitos e preferências do consumidor brasileiro de telefonia móvel

Por Redação | 30.10.2015 às 09:47

A Pesquisa Global do Consumidor Móvel da Deloitte entrevistou 2 mil brasileiros de todas as regiões do país e revelou como é o comportamento do usuário de telefonia móvel do Brasil. O resultado mostrou que, mesmo nos aparelhos móveis, as conexões fixas são a principal forma de acesso à internet: 81% das pessoas utilizam mais o Wi-Fi do que o 3G ou o 4G.

O levantamento também mostra que 57% dos brasileiros conferem seus smartphones logo que acordam, olhando seus aparelhos aproximadamente 78 vezes por dia. As mulheres saem na frente, com uma média de 89 checagens ao dia, enquanto os homens acabam conferindo suas notificações e aplicativos mais ou menos 69 vezes. Nesse aspecto, a idade influencia bastante, já que jovens de 18 a 24 anos, independentemente do gênero, checam seus celulares cerca de 101 vezes por dia, o dobro das pessoas que têm entre 45 e 55 anos.

Outra informação relevante exibida pela pesquisa foi com relação ao propósito de uso do smartphone. 40% dos entrevistados disseram que preferem usar o celular para assistir a vídeos curtos nas redes sociais no lugar de um laptop ou tablet. Para 55% das pessoas, o smartphone é o canal preferido para usar redes sociais, enquanto 67% tiram mais fotos com o celular do que com outros dispositivos. 37% tiram pelo menos uma foto por dia.

Quanto a operações bancárias, 17% dos brasileiros costumam usar o smartphone com essa finalidade. No entanto, 56% responderam nunca terem realizado transações pelo aparelho móvel, sentindo mais confiança acessando o website do banco pelo computador. A pesquisa também mostrou que 61% dos usuários de smartphones costumam fazer download de aplicativos, sendo que 43% instalaram pelo menos um novo app no mês anterior à data da entrevista.

Já em relação ao compartilhamento de dados pessoais com empresas proprietárias de aplicativos e serviços mobile, 31% das pessoas que participaram do levantamento disseram estar de acordo com essa exposição, especialmente se puderem escolher quais informações revelar. Já 17% disseram não ter nenhum tipo de restrição quanto à coleta de seus dados pessoais pela internet.

Via Convergência Digital