Em testes, Moto G fica 30 minutos debaixo d'água e funciona normalmente

Por Redação | 03 de Fevereiro de 2014 às 09h35
photo_camera Divulgação

A venda da Motorola para a Lenovo pegou muita gente de surpresa. Afinal, o Google parecia ir muito bem – pelo menos no que diz respeito à aceitação do público – com os dois aparelhos lançados sob sua supervisão, os Motos X e G. Os fãs da companhia norte-americana podem ficar tranquilos, já que a fabricante chinesa garante que não irá mudar em nada a nova identidade da marca. E depois do vídeo que você verá a seguir, é melhor que não mude mesmo.

O Moto G e o Moto X são dois smartphones bastante parecidos. A diferença fica no preço e nas características técnicas do G, que são um pouco inferiores que seu "irmão mais velho", mas ainda assim oferecem uma ótima configuração para consumidores de países emergentes. Isso inclui um processador Qualcomm Snapdragon 400 de 1.2 GHz, 1 GB de memória RAM, tela capacitiva de alta resolução com Gorilla Glass e câmera traseira de 5 megapixels.

No entanto, o que muita gente não sabe, e que a própria Motorola não revelou, é a resistência física do aparelho. E para colocá-la à prova, a analista Erica Griffin resolveu fazer um teste curioso e arriscado: colocar um Moto G em contato direto com líquidos para descobrir se o dispositivo continuava funcionando normalmente depois de ficar submerso por algum tempo. Saiu no PhoneArena.

Leia também: Por que o Google vendeu a Motorola para a Lenovo? Entenda

Os testes foram realizados em três etapas. Na primeira, o gadget foi colocado 15 segundos dentro de um recipiente com água, sendo ampliado para 30 segundos na segunda parte do experimento. Ao notar que o celular continuava operando sem problemas, Erica decidiu fazer uma terceira tentativa e deixar o produto submerso por 30 minutos ininterruptos.

O resultado final foi melhor do que o esperado, pois o Moto G continuou funcionando e não teve suas qualidades físicas e internas danificadas, como câmera, alto-falante, receptor de sinais 3G e a tela touchscreen. No vídeo de demonstração, a analista explica que o único ponto que se deve levar em consideração é o peso que o aparelho adquiriu depois de ficar tanto tempo debaixo d'água. Segundo Erica, isso se resolve algumas horas depois que o dispositivo descansa para permitir que os componentes se sequem por completo.

Em todo caso, é importante ficar atento no aparelho para ver como ele reage nas próximas semanas (se você fizer o teste). Mas tudo indica que nenhuma peça fica comprometida após esse período, o que só mostra que o Moto G, além de barato e funcional, também vale o investimento.

E você, ainda tem dúvida sobre alguma ferramenta ou recurso do smartphone? Então leia o nosso review do Moto G.

Canaltech no Facebook

Mais de 370K likes. Curta nossa página você!