Conheça as três marcas de smartphone que impedem crescimento da Apple na China

Por Redação | 27 de Julho de 2016 às 07h19

Com rendimentos um pouco abaixo dos números do ano passado, a Apple vem acompanhando a queda de vendas do iPhone nos Estados Unidos, onde a preferência atual é pela Samsung, e também no Brasil, onde a venda de seus smartphones caiu 40%. E na China, que é o maior mercado de smartphones do mundo, a Apple não tem conseguido crescer de acordo com o planejado. E três fabricantes um tanto quanto desconhecidas aqui no Ocidente podem ser as responsáveis por isso.

Na verdade, o principal motivo pela dificuldade do iPhone crescer no território chinês está em seu preço final, que é bastante alto para o quanto o público do país julga ser justo gastar em um smartphone. Então a disputa pelo mercado mobile chinês acaba ficando mais acirrada entre fabricantes locais - que conseguem oferecer produtos com especificações de ponta a preços competitivos.

Mas engana-se quem pensou imediatamente na Xiaomi, cujo nome é mais conhecido por aqui: a companhia que fabrica smartphones com design similar ao iPhone vem registrando queda nas vendas, tendo caído 20% no último trimestre em comparação com o mesmo período do ano passado. No início de 2016, quem liderava as vendas de smartphones na China era a Huawei, mas quem vem fazendo sucesso suficiente para impedir o crescimento da Apple no país são três nomes mais obscuros: Oppo, Vivo e Meizu.

Oppo, Vivo e Meizu

“A Oppo e a Vivo mantêm seus preços na média dos aparelhos intermediários, então os consumidores não enxergam essas marcas como vendedoras de aparelhos de baixo custo, mas sim como marcas desejáveis”, acredita Tay Xiaohan, analista de marketing sênior da IDC. De acordo com o especialista, enquanto a Oppo fornece aparelhos com câmeras de qualidade, a Vivo conquista os usuários com seu sistema de áudio mais potente.

Já Mark Narkin, diretor de marketing da Marbridge Consulting, acredita que a Oppo, a Vivo e a Meizu estão conquistando o mercado de maneira similar com o que aconteceu com as marcas chinesas que desbancaram a Nokia no início dos anos 2000, “ao prestar mais atenção ao que os chineses realmente querem e explorando o mercado e os canais de distribuição que ainda não estão saturados”.

Fonte: Forbes

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